sábado, 29 de janeiro de 2011
VI EBEQ

"Desejamos que o evento traga importantes momentos de discussão, haja vista que serão abordados temas de relevante interesse para a quiropterologia nos seus mais distintos aspectos, proporcionando aos participantes uma ampla visão das diferentes abordagens dadas ao estudo dos morcegos no Brasil. A partir daí, será possível identificar as fronteiras do conhecimento e as estratégias para superá-las, desenvolvendo uma ciência de qualidade, em harmonia com a conservação e a educação", afirmou o Prof. Dr. Henrique Ortêncio Filho, presidente da comissão organizadora do Encontro.
As vagas serão limitadas a 170 inscritos. Os participantes que forem sócios em dia com a SBEQ terão desconto na inscrição para o evento, que será composto por palestras, mesas-redondas, apresentações orais e de painéis e saída a campo para iniciantes na pesquisa com morcegos.
Para maiores informações, escrevam para: ebeq.2011.maringa@gmail.com ou acessem: http://www.sbeq.org/ebeq/6ebeq/index.html.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A quem querem

Eu acrescento um quarto, e pior!, tipo de pessoa: aqueles que querem que as pessoas acreditem no que não aconteceu.
Por que será que este quarto tipo quer assim? Por que quer que acreditem no que não é Verdade? A quem querem enganar? Por quê? Que interesses escusos estão enraizados nessa intenção? Que 'falação' é essa? Por quê? Por que?! Porque... sabemos.
É..
Prefiro, ainda, acreditar em outra citação: "você pode enganar algumas pessoas muito tempo; pode enganar muitas pessoas por pouco tempo; mas, nunca enganarás todos o tempo todo".
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Estava lá
Cheguei a Emas era novembro de 2002. Trabalho novo. Lugar distante. Novos planos, novas pessoas, novo ambiente, meio ambiente, cerrado, e eu no meio. Tudo novo, tudo estranho, tudo diferente. Cheguei no inicio de uma oficina de planejamento para reestruturação do plano de manejo. Meu primeiro aprendizado. Ary, analista ambiental, servidor lotado no parque, estava lá. Entre pesquisadores, representantes de instituições, servidores, Ary estava lá. Como estava quando este meu coração ameaçou parar seu ritmo. Estava lá.
Hoje, olhando o que passei lá, quero lembrar apenas o que foi bom. Não quero desritmar meu coração lembrando os tantos descalabros, as tantas aporrinhações e injustiças que vi, sofri e engoli por lá. Quero lembrar apenas o que foi bom. As caipirinhas feitas pelo Ary, que as engoli com satisfação. As longas, técnicas (às vezes apenas banais!), justas, conversas que tivemos. Muito de nossas ideias, planos, projetos surgiram nessas conversas. Pró-Legal e aqua nasceram em Emas. Nas horas de descalabros e desespero, ele estava lá. Às vezes em silêncio, às vezes balizando com seu bom senso, às vezes apenas vendo. Mas, estava lá.
Hoje, vendo Ary Soares dos Santos, Superintendente do IBAMA no Estado de Goiás, realizando seu trabalho, seus projetos (muitos nascidos lá), fica a certeza de que, apesar de outros, valeu muito a pena o que passei lá. Sofri, vi, engoli, mas, aprendi, cresci, e Ary estava lá. Sempre lá!
Obrigado, meu amigo! Conte comigo, sempre! Tenha certeza, estarei aqui!
sábado, 15 de janeiro de 2011
Reincidências Ambientais
"No dia 27 de janeiro de 2003, o prestigioso jornal 'O Popular' publicou artigo de minha lavra intitulado: Chuva não é sinônimo de catástrofe. Em decorrência do noticiário a respeito de calamidades que têm as chuvas como ator principal em Goiás e pelo mundo, ano após ano, revejo o artigo. De forma respeitosa e triste, mantenho o que escrevi".
Ary Soares dos Santos
Superintendente do IBAMA em Goiás
Artigo completo:
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Governo reduz concessões do Código Florestal
A proposta de Aldo prevê que a faixa de proteção seja de apenas cinco metros. A justificativa da pasta é facilitar a recomposição dessas áreas. O MMA deixa claro que o limite de 15 metros vale apenas para quem for recuperar áreas desmatadas até 2008 (data do último decreto de crimes ambientais). Mas a proposta do ministério não muda a faixa de proteção permanente, que continua sendo de 30 metros.
Outro ponto previsto na proposta de Aldo criticado pelos ambientalistas foi a anistia a quem desmatou ilegalmente até 2008. Para este caso, o MMA encontrou uma fórmula intermediária: nem libera os desmatadores, nem os obriga a pagar multas. Eles terão um prazo negociado com as secretarias ambientais dos estados para recuperar a área degradada. Nesse período a multa é suspensa. Depois que o dano for sanado, a dívida será arquivada.
Por exigência da ministra Izabella Teixeira, o texto que será submetido à Presidência antes de ser encaminhado ao Congresso, também inclui no Código Florestal as áreas urbanas. Casas, lojas e edifícios erguidos às margens de rios antes de 1965, quando foi criado o código, não estão na ilegalidade. Já as construções feitas à beira de rios até 2001 (data do Estatuto das Cidades) terão que ser demolidas se ultrapassarem a distância mínima de 15 metros dos rios. As construídas depois disso terão de obedecer o limite integral da regra para APP (Área de Preservação Permanente), que é de 30 metros de cada lado dos rios.
O objetivo, além de regularizar esses locais, é buscar a segurança dos mesmos. Áreas de risco deverão ser desocupadas, e onde é possível manter populações, a recuperação da vegetação ajudará a conter futuros deslizamentos de terra.
Diferentemente do texto de Aldo, o do MMA não libera os pequenos produtores da obrigação de manter a reserva legal - percentual da propriedade que deve ser preservado e que varia de acordo com cada bioma. Os agricultores familiares, no entanto, terão um processo simplificado para cumprir a lei. A demarcação da reserva legal, atualmente cara e burocrática, será gratuita e poderá ser feita com um simples GPS, sem a necessidade de um técnico que faça o georreferenciamento da terra.
(Fonte: Frente Parlamentar Ambientalista: http://www.frenteambientalista.org/not_detalhe.asp?cod=2939)
CONAMA define procedimentos para licenciamento de empreendimentos que possam afetar UC
sábado, 8 de janeiro de 2011
Olhando o Presente

Na década de quarenta iniciou-se a colonização através de títulos de terras concedidos pelo Estado do Paraná e muitos paranaenses da região sul do Estado migraram para Tuneiras, desbravando a floresta.
A Companhia Melhoramentos Norte do Paraná passou a colonizar parte considerável do município, tanto da zona rural como da zona urbana. A Estrada Boiadeira dividia as terras colonizadas pelo Estado do Paraná daquelas colonizadas pela empresa.

A partir da década de cinquenta a colonização se intensificou, com migrantes vindos dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e de vários Estados do Nordeste. A economia se baseava na extração da madeira e cultura do café e o município encontrou seu auge na década de sessenta, quando chegou a ter 40.000 habitantes, quase todos morando na zona rural.
A partir da década de setenta, Tuneiras do Oeste passou a perder população. A exploração de madeira já havia perdido força e um rigoroso inverno arrasou a lavoura cafeeira. Assim, a população reduziu-se para menos de 8.000 habitantes atualmente.

Em 20 de março de 2006 foi criada a Reserva Biológica das Perobas, Unidade Federal de Conservação da Natureza, entre os municípios de Tuneiras do Oeste e Cianorte, com o objetivo de preservar o remanescente de Floresta Estacional Semidecidual e sua fauna associada, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades controladas de educação ambiental.
(Fonte: Wikipédia)
Olhando a Origem


Guaraçaí, que vem do tupi coaracy ("Sol"), é hoje considerada a Capital do Abacaxi no Estado de São Paulo,
também popularmente denominada como a ‘Terra do Abacaxi’.

Guaraçaí foi inicialmente habitada pelo capitão João Machado de Souza e sua família, nas terras situadas a oeste de Valparaíso, fundando, em 1925, o patrimônio denominado Fazenda João Machado.
Com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), em 1936, o povoado se desenvolveu e foi elevado à categoria de distrito do município de Andradina, em 30 de novembro de 1938. Tornou-se município, posteriormente, em 24 de dezembro de 1948.

Seu aniversário é comemorado em 12 de outubro.
Os moradores da cidade são denominados guaraçaienses e hoje são, aproximadamente, 8.505.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Diário do funcionário público

Marcos Sá Corrêa
(Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110107/not_imp663089,0.php)
Parque Nacional do Iguaçu completa 72 anos de criação

Conhecido pela beleza ímpar das Cataratas do Iguaçu, o Parque Nacional do Iguaçu é uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil e foi criado pelo então presidente Getúlio Vargas em 1939. O Parque possui desde 1986 o título de Patrimônio Natural da Humanidade, concedido pela Unesco. Em 2010 recebeu mais de um milhão e 265 mil visitantes.
Localizado no Oeste do Estado do Paraná o Iguaçu possui 185 mil hectares de formações florestais integrantes do Bioma Mata Atlântica. O local abriga centenas de milhares de espécies silvestres da fauna e da flora, algumas raras e ameaçadas tendo o exemplo a onça-pintada e o palmito-juçara. Com 420 quilômetros de perímetro, limita-se em mais de 60 com o Parque Nacional Iguazú, integrando o mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul.
Assinar:
Postagens (Atom)