quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sala VIP

Entrevista ao Programa Sala VIP, em 11 de fevereiro de 2011
Rádio Líder FM 87,5
Tuneiras do Oeste - Paraná
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Sala Vip - Parte II

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Sala Vip - Parte III

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Sala Vip - Parte IV

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Nas Ondas do Ambiente N. 44

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"Nas Ondas do Ambiente" de 11 de fevereiro de 2012
Entrevista: Jorge Luiz Pegoraro - Chefe do Parque Nacional do Iguaçu/ICMBio
(reprise)
O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3
Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Fogo Amigo

Pelo tanto que estamos sendo 'bombardeados' pelo 'status quo' local, espero que a LC 140, com todos seus 'se nãos', lacunas e falhas, possa ser aplicada e replicada de maneira ética, profissional, parceira e cidadã. Quem já participou ativamente da regularização fundiária de uma unidade de conservação, da elaboração de seu plano de manejo, sabe das dificuldades impostas! E, como cidadão, acima de interesses pessoais e de sua organização, pode, e deve, cobrar satisfações de nosso trabalho. Só precisa saber do que fala, precisa se informar melhor e, verdadeiramente, exercer sua cidadania junto com sua função de servidor. Precisa, verdadeira e publicamente, definir de que lado está e assumir sua função precípua de defender o Meio Ambiente em qualquer esfera de atuação. Se assim for, a LC 140 fará o mínimo sentido. Caso contrário, teremos apenas "fogo amigo" a nos afundar, a todos nós, Brasileiros!

(Comentário meu feito em http://ambientevalorado.blogspot.com/2012/02/meio-ambiente-e-cidadania-consideracoes.html )

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Teoria da Mola

"Quando pensamos em algo 'elástico' logo associamos com alguma coisa que pode ser 'esticada' ou 'comprimida' através da aplicação de uma força, por exemplo, uma mola. Roberth Hooke (1635-1703) estudou cuidadosamente várias situações em que uma mola sofria deformações.
Considere uma mola com seu comprimento natural L0 fixada por uma das suas extremidades a um suporte. Ao aplicarmos uma força de intensidade F a mola distenderá passando a ter um comprimento L1 ou L2 dependendo da intensidade da força.
A diferença entre L0 e L1 ou L2 será a deformação x sofrida pela mola, ou seja, o quanto ela foi esticada. Hooke também estudou a deformação sofrida em várias molas diferentes (mais rígida ou menos rígida) ao acrescentar massas com o mesmo peso (compare L1 e L3). Ele conclui que o valor da distensão da mola também dependia do tipo de material da qual ela era feita, e quanto mais rígida fosse a mola maior deveria ser a força aplicada para produzirmos uma mesma deformação x (compare L1 com L3).
Quando retiramos a força que causou a deformação a tendência da mola é voltar ao seu comprimento inicial, mas nem sempre isso ocorre. Pode acontecer de a mola ficar com um comprimento diferente de L0 ao ser retirada a força, situação em que não se aplica a Lei de Hooke. No caso real, a mola tem um comportamento elástico até um determinado valor x, que varia de acordo com a mola. Acima deste valor crítico ela passa a não obedecer a Lei de Hooke e dependendo da intensidade da força aplicada pode até se romper ('quebrar')".
Brasileiros, estamos "abusando" da Lei de Hooke!
É muita distensão! Das Leis que se impõem, das formas como nos tratamos, dos tantos e excessivamente "politicamente e ecologicamente corretos". Dos grupos, ongs, seguimentos e guetos, que querem impor suas vontades, expectativas e visões. Dos tantos espertinhos que, ao verem tanta distensão, aproveitam para atuar em áreas díspares.. do lado de cá e de lá, do lado que, oportunamente, for mais "eco-nomica-político-conforto-mente" melhor...
É muita desfaçatez!!
Lembrem de Hooke... não há x que sempre dure...
Qualquer hora dessas a "mola quebra".

Nas Ondas do Ambiente N. 43

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"Nas Ondas do Ambiente" de 04 de fevereiro de 2012

Entrevista: Ricardo Brochado Alves da Silva - Coordenador da Acadebio/ICMBio

(reprise)

O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3

Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

www.radiocesumar.com.br

ICMBio em Foco

sábado, 28 de janeiro de 2012

Notícias da Terrinha

A cidade de Guaraçaí, Estado de São Paulo (minha cidade natal), vem desenvolvendo duas importantes campanhas ambientais: "Não deixe a queimada urbana apagar o verde de Guaraçaí" e "Adote uma árvore".

A primeira campanha tem a finalidade de combater as queimadas na área urbana, informando o cidadão quanto aos riscos à saúde, canais de denúncia e penalidade que o infrator pode sofrer.

Na cidade ainda há pessoas que queimam desde lixo nos quintais (folhas, galhos, entulhos) até a limpeza de terrenos não construídos.

Na época das águas esse problema reduz, mais durante o período de estiagem a Equipe da Vigilância Sanitária e o Conselho Municipal de Meio Ambiente intensificam a fiscalização.terrenos não construídos.

A lei de crimes ambientais (art. 54) prevê punições para esse tipo de crime, no âmbito municipal a lei n.º 2.432/10 também prevê multas para essa prática inaceitável.

A campanha adote uma árvore vem sendo desenvolvida pela Instituição Polícia Mirim que há vários anos tem se dedicado a plantar e cuidar das árvores públicas da cidade de Guaraçaí.

A campanha tem por finalidade sensibilizar o cidadão que não basta plantar uma árvore, é necessário cultivá-la.

A campanha aborda os principais benefícios à saúde que uma árvore pode promover, como por exemplo, a umidade do ar. Uma árvore grande pode transpirar até 40 litros de água por dia.

Essas campanhas integram o conjunto de ações que vem sendo desenvolvidas no município de Guaraçaí desde 2008 quando a municipalidade aderiu ao programa município verde, agora denominado verde azul.

(Fonte: http://www.folhadeguaracai.com.br/Mostra.asp?Noticias=217&Classe=Guara%E7a%ED)

Criação Racional de Abelhas Nativas sem Ferrão

Criação Racional de Abelhas Nativas sem Ferrão - Meliponicultura: Uma atividade essencialmente Agroecológica.

"Responsáveis pela polinização de até 90 % das espécies vegetais nativas e de forma direta ou indireta por 65% dos alimentos consumidos pela espécie humana, as abelhas sem ferrão (também denominadas “indígenas” ou “nativas”) estão seriamente ameaçadas de extinção, devido a práticas como o desmatamento, uso intensivo do solo, o monocultivo, uso indiscriminado de agrotóxicos e outros produtos químicos, sementes geneticamente modificadas ou a combinação destas, que por sua vez provocam alterações climáticas, poluição ambiental, a diminuição da biodiversidade, escassez de flores e a consequente redução de alimento apícola.

As consequências da diminuição, ou pior, da extinção das abelhas, podem ser catastróficas segundo citação atribuída ao físico alemão Albert Einstein: "SE AS ABELHAS DESAPARECEREM DA FACE DA TERRA, A HUMANIDADE TERÁ APENAS MAIS QUATRO ANOS DE EXISTÊNCIA. SEM ABELHAS NÃO HÁ POLINIZAÇÃO, NÃO HÁ REPRODUÇÃO DA FLORA, SEM FLORA NÃO HÁ ANIMAIS, SEM ANIMAIS NÃO HAVERÁ RAÇA HUMANA".

Além do aspecto ambiental, a Criação de Abelhas Nativas sem Ferrão, quando desenvolvida com critérios e responsabilidade, pode revelar-se uma interessante opção de renda para as propriedades rurais e até para algumas urbanas e representar um atrativo a mais nas propriedades integrantes de circuítos de turismo rural".

Pela sua importância ambiental, cultural e social, o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia incluiu a Meliponicultura entre suas linhas de ação e estará promovendo cursos sobre o tema nos dias 14,15,16 e 17 de fevereiro/2012, para o qual convidamos os agricultores, técnicos, professores, estudantes, ambientalistas e demais interessados a participar e divulgar.

Serão abordados aspectos como a diferença entre a Apis melífera e a Meliponidae; sua distribuição geográfica, tipos de ninho, estrutura das colônias de meliponídeos, técnicas de captura, transferência e divisão de colônias, instalação de meliponários, predadores, os produtos e funções das abelhas, o aproveitamento do mel, entre outros.

Inscreva-se e participe. Divulgue e faça parte desta cruzada para o resgate e preservação destas importantes espécies polinizadoras.

Maiores informações e inscrições:

Telefone: (41) 3544-8113 (Josiane Moeller)

Boletim da Rebio das Perobas - janeiro/2012

Nas Ondas do Ambiente N. 42

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"Nas Ondas do Ambiente" de 28 de janeiro de 2012

Entrevista: José Carlos Moreira Pereira - Auditor-Chefe do ICMBio

(reprise)

O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3

Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

www.radiocesumar.com.br

Caçar por esporte é matar por futilidade

"Imagine um caçador. O estereótipo que provavelmente nos vem é um homem em seus trinta anos, barbado, forte, cara de poucos amigos e vestido com roupas que já não são de nossa época, afinal “caçadores” é coisa do passado. Imaginem então, traficante de animais? Esse sim tem mais cara de bandido e jeitão de criminoso. Finalmente quem seria o comprador de animais de nossa fauna? Um milionário europeu?

Somos sempre induzidos a pensar que certas situações, principalmente as mais inusitadas, acontecem somente distantes de nossa realidade ou nos noticiários. Acreditem, na realidade, a caça e o tráfico de animais acontecem aqui e agora. Não sejamos ingênuos de acreditar que caçadores e traficantes são problemas que ocorrem na Amazônia, no Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul. A caça, o tráfico de animais e a compra de animais silvestres acontecem hoje e pode estar sendo cometida pelo seu vizinho, familiar e até por uma inofensiva mãe de família. Hoje, aqui mesmo no Paraná, ainda existem pais que possuem o costume primitivo de levar o filho para a sua primeira caçada quando este atinge determinada idade. Aposentados e vovôs roubam filhotes de papagaios e maritacas, que são retirados de seus ninhos e os vendem para inofensivas donas de casa que cortam suas asas ou os colocam em minúsculas gaiolas.

Quando foi que estas pessoas esqueceram-se dos crimes contra a fauna? Qualquer um destes personagens se sentiria extremamente ofendidos se você os chamasse de criminosos. Exceto os casos de licenciados por órgão competentes e os casos de abate de animais por necessidade para saciar a fome da família, de acordo com o Artigo 29 da Lei dos Crimes Ambientais, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória é crime, cuja pena pode chegar a um ano com multa.

De que nos serve salvar os animais dos incêndios? Que diferença faz se, mais tarde, são covardemente mortos alvejados por balas pelo corpo? O caçador pouco se importa também se a presa é um macho ou fêmeas que muitas vezes são abatidas deixando para trás filhotes que ainda não sabem caçar e acabam morrendo de fome ou se tornando presas fáceis para outros animais.

Já nos basta a grande quantidade de animais que são abatidos todos os dias para nos garantir um cardápio rico em proteínas a base de carne. Na África depois que foram revelados ao mundo as cenas chocantes do abate de elefantes, leões e tigres para virar troféus de caçadores, vários parques de caça deram lugar ao safári de observação, atraindo um grande numero de visitantes.

Contribuir para a preservação da vida é, certamente, uma experiência das mais estimulantes do que a promoção da crueldade e da violência. O nosso Brasil, com tamanho potencial para o ecoturismo, possui em sua fauna grande riqueza que devemos saber preservar, admirar e saber desfrutar de maneira ecológicamente correta".

(Texto: Erick Xavier - CORIPA)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012