sábado, 24 de julho de 2010

Meu Paraná: Rebio das Perobas

video

Rede Paranaense de Televisão (RPC): "Meu Paraná", 24 de julho de 2010

Boletim da Rebio das Perobas N. 01

Boletim da Rebio das Perobas N. 02

Boletim da Rebio das Perobas N. 03

Boletim da Rebio das Perobas N. 04

Boletim da Rebio das Perobas N. 05

Boletim da Rebio das Perobas N. 06

Boletim da Rebio das Perobas N. 07

Boletim da Rebio das Perobas N. 08

Boletim da Rebio das Perobas N. 09

Boletins da Rebio das Perobas Ns. 10 a 16

Boletins da Rebio das Perobas Ns. 17 a 22

Boletim da Rebio das Perobas: Ns. 23 a 28

Boletim da Rebio das Perobas: Ns. 29 a 35

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Vírgula

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
- Se você é mulher, colocou a vírgula depois de MULHER. Se não, depois de TEM...
Vírgula....
Vírgula pode ser uma pausa... ou não. Não, espere. Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro. 23,4. 2,34.
Pode criar heróis.. Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução. Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião. Não queremos saber. Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar. Não tenha clemência! Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
Associação Brasileira de Imprensa (ABI): 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Desmontada quadrilha que caçava animais silvestres

domingo, 18 de julho de 2010

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2009

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2008

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2007

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2006

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2005 - Etapa I

aquaIGUAÇU: Relatório de Atividades 2005 - Etapa II

Programa aquaIGUAÇU: Histórico

Boletim aquaIGUAÇU: N. 01

Boletim aquaIGUAÇU: N. 02

Boletim aquaIGUAÇU: N. 03

Boletim aquaIGUAÇU: N. 04

Boletim aquaIGUAÇU: N. 05

Boletim aquaIGUAÇU: N. 06

Boletim aquaIGUAÇU: N. 07

Boletim aquaIGUAÇU: Ns. 08 a 11

Boletim aquaIGUAÇU: Ns. 12 a 15

Boletim aquaIGUAÇU: Ns. 16 a 19

Boletim aquaIGUAÇU: Ns. 20 a 27

Boletim aquaIGUAÇU: Ns.28 a 31

sábado, 17 de julho de 2010

Brasil responde por 74% de todas áreas destinadas à conservação no mundo

Ao completar dez anos de criação, lei do SNUC contribui para o grande salto quantitativo de áreas protegidas no País, com acréscimo de 378 UCs federal, estadual e municipal
No domingo (18/7) completa 10 anos o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), o conjunto das unidades de conservação nas três esferas de governo - federal, estadual e municipal - considerado uma conquista da legislação ambiental brasileira. Desde 2000, após a instituição do SNUC pela Lei nº 9.985, ocorreu um grande salto quantitativo de áreas protegidas no Brasil, com o acréscimo de 378 unidades em níveis federal, estadual e municipal, o que significa um incremento de aproximadamente 62% no número de UC e uma expansão de área de 105%, com a destinação de mais 78,5 milhões de hectares para a conservação da natureza. Em uma comparação mundial, o Brasil foi o responsável pela criação de 74% de todas as áreas destinadas à conservação no mundo entre 2003 e 2008. Com 310 unidades federais, 620 estaduais e 59 municipais e ocupando 17,4% do território nacional, segundo dados do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação, o SNUC vive hoje um momento crucial, em que busca dirimir o falso dilema entre conservação e desenvolvimento, propondo um olhar mais abrangente sobre os possíveis usos do solo, conforme estudo do Ministério do Meio Ambiente realizado em parceria com o Ipea e publicado no final de 2009 (3º Boletim Regional Urbano Ambiental). Segundo o diretor de Áreas Protegidas do MMA, Fábio Araújo, "está ultrapassado o entendimento de que as áreas protegidas são necessariamente espaços que devem permanecer intocados. As 12 categorias do SNUC permitem uma grande variedade de possibilidades de uso do solo e de recursos naturais e potencializam atividades que contribuem para a geração de renda, emprego, aumento da qualidade de vida e o desenvolvimento do país, sem prejuízo à conservação ambiental". Mesmo as unidades mais restritivas, como as reservas biológicas, permitem atividades de pesquisa que contribuem para o maior conhecimento da biodiversidade brasileira e seus usos. "As áreas protegidas devem ser entendidas como uma maneira especial de ordenamento territorial, e não como um entrave ao desenvolvimento econômico e socioambiental", complementou. Um novo olhar - De acordo com o estudo publicado pelo Ipea, para facilitar o entendimento sobre qual a contribuição das UC para o desenvolvimento do país, é preciso agrupá-las de acordo com a atividade econômica permitida em cada área. De acordo com esse enfoque, 11,67% da área protegida por UC no país apresentam grandes restrições do ponto de vista de uso econômico imediato. E nos outros 88,33%, que correspondem a 15,07% do território nacional, são possíveis usos econômicos que podem gerar efeitos positivos imediatos à economia regional, como atividades de turismo, produção florestal, extrativismo, e até mesmo agricultura, agropecuária e atividades industriais de baixo impacto ambiental. Segundo o MMA, estudos têm constatado a importância das UCs para o desenvolvimento regional, principalmente na Amazônia. A experiência de manejo de pirarucus na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá no período de 1999 a 2005 evidencia que as técnicas de manejo para substituir a pesca predatória multiplicaram por oito a renda bruta dos pescadores na época de pesca desse peixe, que vai de setembro a novembro, além de garantir incremento no estoque de peixe disponível. Outro exemplo é a organização da produção das famílias da Reserva Extrativista Chico Mendes, com a obtenção de uma certificação ambiental que possibilitou a entrada dos produtos extrativistas, em particular a castanha do Brasil, no mercado europeu. Estudos acadêmicos apontam que a renda per capita dos extrativistas que moram na Resex aumentou 30% após a certificação da castanha. "Esse novo olhar fortalece o SNUC e permite observar de forma mais clara o papel das UCs no desenvolvimento sustentável e na redução da pobreza", afirmou o diretor de Áreas Protegidas. Mas, apesar dos bons exemplos, iniciativas como essas ainda são pontuais. Para que as experiências se ampliem, é necessário implementar e consolidar efetivamente o SNUC, que atualmente acontece de maneira heterogênea, variando de unidades bem estruturadas, como o Parque Nacional de Iguaçu, as unidades que não dispõem da infraestrutura necessária para seu funcionamento. "As UCs, afinal, são o patrimônio natural do país. E como qualquer patrimônio exige investimentos para que possam gerar dividendos", disse Fábio Araújo. Investimentos - De acordo com estimativas do MMA publicadas em 2009, para que o SNUC funcione plenamente seriam necessários, anualmente, R$ 550 milhões para custeio do sistema federal e de R$ 360 milhões para os sistemas estaduais, além de aproximadamente R$ 600 milhões em investimentos em infraestrutura no sistema federal e de R$ 1,20 bilhão nos sistemas estaduais. Entretanto, em 2008, o sistema de gestão das UCs federais recebeu somente R$ 316 milhões do orçamento federal. Entre 2001 a 2008, o orçamento destinado às UCs federais aumentou 16,35%, enquanto a área somada das UCs federais teve uma expansão de 78,46%. (Fonte: Ascom/MMA)

Ibama e APPA discutem regularização de Paranaguá e Antonina

Brasília (14/07/2010) - Entendimentos estabelecidos na liminar concedida pelo juiz federal começaram a ocorrer entre o Ibama e a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), em duas reuniões realizadas ontem e hoje em Brasília. O presidente do Ibama, Abelardo Bayma, disse que as duas instituições estão discutindo a formulação de um Termo de Compromisso que seja exeqüível em termos de conteúdo e de prazos pela APPA. Segundo ele, a expectativa é, já na próxima semana, haver assinatura de instrumento oficializando as tratativas relativas à regularização ambiental dos portos de Paranaguá e Antonina, à dragagem e ao Plano de Emergência Individual. Para acompanhar as negociações, o Ibama solicitou a participação da Secretaria Especial de Portos, como observadora. A Procuradoria do Estado do Paraná também esteve presente à reunião.
(Fonte: Ascom/Ibama)

Cientistas criam mosquitos imunes à malária

A descoberta pode tornar possível a erradicação da doença, que mata um milhão de pessoas por ano
Todos os anos, um milhão de pessoas, a maioria crianças, morrem por causa da malária — uma infecção parasítica transmitida por um mosquito. Mas, no futuro, esses números podem reduzir drasticamente, até a erradicação total da doença. Pesquisadores americanos da Universidade do Arizona, EUA, criaram um mosquito imune a malária. Ou seja, eles não são infectados e por isso não conseguem infectar seres humanos. Para que a malária se espalhe, o mosquito fêmea da espécie Anopheles precisa ingerir o parasita Plasmodium sugando o sangue de uma pessoa ou animal já infectados. Uma vez dentro do mosquito, o parasita passa por duas semanas de maturação, saindo da região central do corpo do inseto para a glândula salivar. Aí sim, o parasita está pronto para ser espalhado para outros hospedeiros humanos em novas picadas. Felizmente para os humanos, os mosquitos da malária raramente sobrevivem mais do que duas semanas. Portanto, se os pesquisadores conseguissem reduzir o tempo de vida do inseto, o impacto na transmissão do parasita seria enorme. A equipe americana desenvolveu um código genético que atua como “interruptor” molecular do controle de funções metabólicas nas células do inseto. Os cientistas inseriram o gene num mosquito para que o interruptor estivesse sempre aceso e provocasse a atividade permanente de uma enzima, chamada Akt, que funciona como mensageira em várias funções metabólicas, incluindo o desenvolvimento da larva, a resposta imunológica e a duração do ciclo de vida. Em seguida, a equipe produziu um mosquito que expressa um alto nível da enzima Akt, e descobriram que a variante transgênica no inseto, além de viver menos do que duas semanas — aproximadamente 11 dias — é imune ao parasita Plasmodium. Durante anos, várias equipes tentaram criar mosquitos modificados geneticamente que não infectariam seres humanos. Mas os esforços haviam fracassado porque os insetos não eram 100% imunes e ainda podiam – em números menores – transmitir o parasita. A nova pesquisa parece oferecer potencialmente um novo método para eliminar a doença. A intenção é que o sistema imunológico do inseto esteja sempre combatendo o parasita e que a enzima ajude a reduzir seu ciclo de vida. Isto é possível porque os mosquitos só são capazes de transmitir a doença quando estão próximos de morrer. Na vida silvestre, os mosquitos vivem em média duas semanas e só as fêmeas mais velhas são capazes de propagar o parasita por meio de picadas. Michel Riehle, um dos autores da pesquisa, disse que se o ciclo de vida foi reduzido, o mesmo poderia acontecer com o numero de infecções. Para comprovar a tese, os cientistas alimentaram com sangue infectado de malária a nova geração de mosquitos modificados e notaram que o parasita Plasmodium não contagiou nenhum inseto envolvido no estudo. “Ficamos surpresos”, disse Riehle. “Esperávamos ver algum efeito na taxa de crescimento dos mosquitos, na duração do ciclo de vida ou sua suscetibilidade ao parasita, mas foi extraordinário observar que nosso modelo bloqueou completamente o processo de infecção.” A descoberta é importante porque basta um único parasita para tornar o mosquito transmissor da malária — mesmo que apenas um Plasmodium sobreviva, ele pode se reproduzir aos milhares dentro dos mosquitos. A equipe ainda não sabe como a malária está morrendo dentro do inseto, mas está investigando, uma vez que a informação pode ser usada para produzir mosquitos ainda mais resistentes ao parasita. Fora do laboratório, para que os mosquitos transgênicos possam ser realmente eficientes contra a malária, os insetos terão que vencer a seleção natural até substituir aqueles que a transmitem. E isso não é tarefa nada fácil. Para isso, os cientistas terão que desenvolver alguma característica ao mosquito modificado, que ofereça uma vantagem de sobrevivência em relação aos mosquitos transmissores. Uma das ideias é liberar os insetos modificados em regiões onde a malária é endêmica e avaliar, durante várias gerações, se a resistência à infecção poderá se estender a toda a população de mosquitos. Serão vários anos de investigação para comprovar se os insetos podem ser liberados sem consequências para o meio ambiente. Ainda assim, os especialistas crêem que com o lento avanço das pesquisas para desenvolver uma vacina, a possibilidade de erradicar a malária no inseto que a transmite ainda é uma possibilidade mais real do que a de erradicar o parasita Plasmodium. (Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-criam-mosquitos-imunes-a-malaria)

Iguaçu reforça opções de lazer para visitantes

Além do passeio de barco nas proximidades das Cataratas, concessionário oferecerá caminhada em trilhas, rafting, canionismo na cachoeira do Macuco e transporte terrestre de passageiros entre a recepção e o porto
A Ilha do Sol Agência de Viagens Ltda. foi a vencedora do processo licitatório da concessão de operação do passeio turístico “macuco”, no Parque Nacional (Parna) do Iguaçu, lançado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A empresa continuará à frente do empreendimento – que prevê, além de passeio de barco por via fluvial até o limite de navegabilidade próximo às Cataratas do Iguaçu, caminhada em trilhas, rafting, canionismo na cachoeira do Macuco e transporte terrestre de passageiros no trecho entre a recepção e o Porto do Macuco – por mais dez anos.
O aviso de Homologação e Adjudicação foi publicado no Diário Oficial da União no dia 24 de junho e o novo período para operação do passeio iniciou na segunda-feira, dia 28. A Ilha do Sol foi a única empresa habilitada para concorrer e cumpriu todas as exigências do edital, lançado em maio. Apresentou documento técnico contendo 2.500 páginas, que foram analisadas pela Comissão Licitatória, formada por servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), lotados no Parna do Iguaçu e na sede central da autarquia, em Brasília. O processo para a licitação durou aproximadamente um ano e meio, entre a confecção do termo de referência e o edital.
De acordo com o chefe da Unidade, Jorge Pegoraro, a empresa investirá cerca de R$ 5 milhões em reformas e ampliações, além de benfeitorias na área de recepção, banheiros, píer, trilhas e porto de embarque. Outra preocupação é em relação à acessibilidade para o visitante fazer o passeio de barco. “Haverá a instalação de um plano inclinado (cadeira elevadora) permitindo que cadeirantes ou portadores de outras necessidades especiais tenham acesso da barranca do rio até o embarque nas lanchas do passeio”, afirma Pegoraro.
Na área ambiental, a Ilha de Sol terá de se enquadrar as exigências para obter a certificação ambiental NBR ISO 14.001 de excelência ambiental, incluindo um plano de gestão dos resíduos sólidos, e pesquisa de impacto ambiental sobre a fauna aquática do Rio Iguaçu. Está prevista, também, a informatização da área de recepção e a venda de ingresso semelhante ao da concessionária Cataratas do Iguaçu S/A, que conta com um sistema integrado de controle de venda dos bilhetes. (Fonte: Ascom/ICMBio)

Administração do Parque Nacional do Iguaçu é exemplo

sábado, 3 de julho de 2010

Chefe do Iguaçu é homenageado pelos Bombeiros

Além de Jorge Pegoraro, foram homenageados o Prefeito de Maringá, Sílvio Barros, o Coronel Mauro Pirolo, o Coronel Antonio Aurelio Alves Chaves da Conceição, o Coordenador do SAMU de Apucarana, Rodrigo Cezar Faria e o membro do Conselho Diretor do Funrebom de Umuarama, Abdo Hallu Neto. “Agradecemos a todos que de alguma forma colaboraram pelo desempenho do Corpo de Bombeiros do Paraná”, afirmou o coronel Jurandi André.
A homenagem ao chefe do PNI foi proposta pelo Major Jahnke, comandante do Grupamento de Bombeiros de Foz do Iguaçu, ao considerar as muitas ações realizadas em conjunto e do apoio do Parque Nacional ao Grupamento de Foz. O evento marcou também o Dia Nacional dos Bombeiros.
Na despedida do comando do 5º GB o coronel Jurandi André falou dos mais de 30 anos dedicados ao serviço público, dos quais oito no comando da corporação em Maringá. O coronel Geraldo Domaneschi, comandante do Corpo de Bombeiros no Paraná, citou em sua mensagem a evolução social que exige cada vez mais preparo da corporação, e falou da pesquisa de opinião pública aprovando os bombeiros e dando 97% de confiabilidade à corporação. O coronel Luiz Rodrigo Larson, comandante da Polícia Militar do Paraná fez a mensagem de elogio ao coronel Jurandi André, lembrando sua trajetória no 5º GB.

ICMBio participa da Operação São Francisco

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos naturais Renováveis (IBAMA), autarquias federais vinculadas ao Ministério do Meio Ambiente, participaram da "Operação São Francisco" em apoio às ações da Polícia Federal em todo Paraná. Fiscais do ICMBio lotados na Reserva Biológica (Rebio) das Perobas participaram da Operação atuando na região de Maringá e Cianorte. Em Maringá, houve apreensão em uma casa, onde vários pássaros foram encontrados e uma pessoa foi presa. Em Cianorte, os policiais receberam denúncias de que haveria um criadouro com mais de 60 espécies de animais, e uma pessoa foi presa.
A Polícia Federal tem apoiado e participado da "Operação biXo", operação de combate ao tráfico e caça de animais e à extração ilegal de palmito, da Rebio das Perobas. Esta Operação é constante, como constante também é o apoio mútuo e a parceria entre o ICMBio/Rebio das Perobas e a Polícia Federal/Delegacias de Guaíra e Maringá.

PF faz maior operação ambiental do País

PF faz maior operação ambiental do País; duas pessoas são presas em Maringá e Cianorte
A Polícia Federal (PF) no Paraná deflagrou na manhã desta quarta-feira (30), a "Operação São Francisco", considerada a maior operação de cunho ambiental já realizada no Brasil. O objetivo é reprimir o tráfico internacional de animais nativos da fauna brasileira, bem como a receptação e formação de quadrilha. A ação acontece em três estados e também na Holanda. Entre as cidades onde estão sendo feito buscas, incluem-se Maringá e Cianorte. Segundo a assessoria de Comunicação da PF, estão sendo cumpridos 32 mandados de prisão (entre eles de funcionários públicos), além de 42 mandados de busca e apreensão, que serão cumpridos em residências, empresas e repartições públicas. Em Maringá, houve apreensão em uma casa, onde vários pássaros foram encontrados. Uma pessoa foi presa. Segundo a assessoria de comunicação da PF, os animais foram apreendidos e catalogados. Eles deverão ser mantidos pelo proprietário, que será punido caso alguma ave seja vendida. Em Cianorte, os policiais receberam denúncias de que haveria um criadouro com mais de 60 espécies de animais, e uma pessoa foi presa. Servidores públicos ocupantes de cargos com dever de ofício de fiscalização e repressão dos crimes investigados estão entre os acusados. Foram presos um coronel da Polícia Militar (PM) e comandante da Força Verde, um funcionário do Tribunal de Contas que é assessor de um dos conselheiros e ainda dois diretores do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). O maior traficante de aves do país, Marcio Rodrigues, e outras duas pessoas consideradas líderes da quadrilha foram presos em São José dos Pinhais. Todas as prisões foram cumpridas com apoio institucional dos representantes dos poderes constituídos na esfera estadual. Investigação As investigações acontecem há oito meses. Foram identificados os integrantes da maior quadrilha brasileira de tráfico de animais silvestres, sobretudo aves da fauna brasileira que eram vendidas no exterior - onde alcançam preços exorbitantes. A Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) está auxiliando a operação. Buscas e prisões foram realizadas em Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, além de Florianópolis e, em São Paulo, nas cidades de Ribeirão Preto, Araraquara, Piracicaba, Campinas, Capivari e na capital do Estado. Os animais encontrados vivos em cativeiro serão apreendidos pelo IBAMA e logo encaminhados para um centro de triagem de animais. Havendo viabilidade técnica, serão devolvidos para seus países de origem os animais trazidos ilegalmente e repatriados os exemplares levados clandestinamente do Brasil. Além dos crimes de maus-tratos de animais, tráfico internacional de espécies das faunas nativa e exótica, os envolvidos ainda responderão por receptação, formação de quadrilha, falsificação de sinais públicos, tráfico de influência, crimes contra a ordem tributária e de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores. (Fonte: O Diário do Norte do Paraná - www.odiario.com)

Operação São Francisco desmantela quadrilha de traficantes

(Curitiba - 30/06/2010) A Polícia Federal e o IBAMA, com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), deflagraram hoje a Operação São Francisco, que desmantelou uma das maiores organizações de tráfico de animais silvestres do País. Foram cumpridos 32 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão nos estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina, e também no exterior, com apoio da Interpol. No estado do Paraná, até o momento, foram apreendidos mais de mil animais nativos do Brasil e exóticos provenientes de diferentes partes do mundo, a grande maioria deles passeriformes e psitasídeos. As multas aplicadas pelo Ibama no estado já somam mais de R$ 300 mil, porém tanto os valores de multas como o número de apreensões devem crescer, uma vez que os procedimentos referentes aos maiores depósitos ilegais ainda não foram concluídos. Como em alguns dos locais de depósito utilizados pela quadrilha e estourados durante a operação há milhares de animais em cativeiro que precisam ser identificados para subsidiar a aplicação das multas, os números finais só serão conhecidos quando o trabalho terminar. A expectativa é de que isso ocorra nos próximos dias e que sejam apreendidos cerca de 7 mil animais nos três estados envolvidos na operação. A investigação conduzida pela Polícia Federal com apoio do Ibama foi realizada nos últimos oito meses, segundo a Superintendência da Polícia Federal no Paraná, que coordena a operação. Ainda segundo a PF, os trabalhos foram voltados para enquadrar os envolvidos em crimes previstos no Código Penal, como formação de quadrilha, receptação e lavagem de dinheiro, além do enquadramento na Lei de Crimes Ambientais. Os animais apreendidos estão passando por avaliação veterinária e após isso serão destinados, conforme as suas condições, para readaptação em seus habitats, possível repatriamento ou encaminhados a criadores autorizados. O diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, veio a Curitiba para acompanhar a operação. Para Evaristo, o tráfico de animais sofreu um grande abalo hoje. “O combate a esse crime deve ser feito dessa forma, no atacado, com inteligência e em conjunto com a Polícia Federal”. O diretor avalia ainda que esta foi a operação mais representativa realizada pelo poder público contra o tráfico de animais. “Pelo número de prisões e pelo fato de ter atingido as cabeças do tráfico de animais internacional no Brasil, foi a operação mais importante de fauna que acompanhei em trinta anos na área de meio ambiente, e como esta, virão outras”, avisou Evaristo. (Fonte: Ibama/PR - www.ibama.gov.br ; Foto: Colete com 64 ovos - Divulgação Polícia Federal)