segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Produtividade no setor público supera a do setor privado

O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006. “Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, diz o presidente do instituto, Marcio Pochmann (foto). “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”, acrescenta. A administração pública é mais produtiva do que o setor privado. Essa foi uma das conclusões a que chegou o estudo Produtividade na Administração Pública Brasileira: Trajetória Recente, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O Ipea avaliou a evolução da diferença de produtividade entre esses dois setores entre 1995 e 2006. “Em todos os anos pesquisados, a produtividade da administração pública foi maior do que a registrada no setor privado. E essa diferença foi sempre superior a 35%”, afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ao divulgar o estudo. “No último ano do estudo [2006], por exemplo, a administração pública teve uma produtividade 46,6% maior [do que a do setor privado]. O ano em que essa diferença foi menor foi 1997, quando a pública registrou produtividade 35,4% superior à da privada”. O estudo diz que entre 1995 e 2006 a produtividade na administração pública cresceu 14,7%, enquanto no setor privado esse crescimento foi de 13,5%. “Há muita ideologia e poucos dados nas argumentações de que o Estado é improdutivo, e os números mostram isso: a produtividade na administração pública cresceu 1,1% a mais do que o crescimento produtivo contabilizado no setor privado, durante todo o período analisado”. Segundo o Ipea, a administração pública é responsável por 11,6% do total de ocupados no Brasil. No entanto, representa 15,5% do valor agregado da produção nacional. “A produção na administração pública aumentou 43,3% entre 1995 e 2006, crescimento que ficou mais evidente a partir de 2004. No mesmo período, os empregos públicos aumentaram apenas 25%. Isso mostra que a produtividade aumentou mais do que a ocupação”, argumentou o presidente do Ipea. "Esse estudo representa a configuração de uma quebra de paradigma, porque acabou desconstruindo o mito de que o setor público é ineficiente”, defendeu Pochmann. Entre os motivos que justificariam o aumento da eficiência produtiva da administração pública, Pochmann destacou as recentes inovações, principalmente ligadas às áreas tecnológicas que envolvem Informática; os processos mais eficientes de licitação; e a certificação digital, bem como a renovação do serviço público, por meio de concursos. O presidente do Ipea lembrou ainda que as administrações estaduais que adotaram medidas de choque de gestão, como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, não constam entre aquelas com melhor desempenho na produtividade. "Ou tiveram ganho muito baixo, ou ficaram abaixo da média de 1995 a 2006", afirmou, ressalvando que essa comparação não era objetivo do estudo, mas foi uma das conclusões observadas.

domingo, 30 de agosto de 2009

Agricultura Familiar na Merenda Escolar

Programa Caminhos do Campo (RPC) - 30/08/2009

Parar de Fumar

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 segundos - 2 a 4 segundos mais rápido que a cocaína. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades serão menores a cada dia. As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco: . 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão; . 5 vezes maior de sofrer infarto; . 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar; . 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral. Se parar de fumar agora... . após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal; . após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue; . após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza; . após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor; . após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação melhora; . após 5 A 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou. Não tenha medo dos sintomas da síndrome de abstinência. O organismo volta a funcionar normalmente sem a presença de substâncias tóxicas e alguns fumantes podem apresentar (varia de fumante para fumante) sintomas de abstinência como fissura (vontade intensa de fumar) dor de cabeça, tonteira, irritabilidade, alteração do sono, tosse, indisposição gástrica e outros. Esses sintomas, quando se manifestam, duram de 1 a 2 semanas. A recaída não é um fracasso. Comece tudo novamente e procure ficar mais atento ao que fez você voltar a fumar. Dê várias chances a você... até conseguir. A maioria dos fumantes que deixaram de fumar fez em média 3 a 4 tentativas até parar definitivamente. Se a fome aumentar, não se assuste, é normal um ganho de peso de até 2 kg, pois seu paladar vai melhorando e o metabolismo se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que de costume. Evite doces e alimentos gordurosos. Mantenha uma dieta equilibrada com alimentos de baixa caloria, frutas, verduras, legumes etc. Prefira produtos diet / light e naturais. Beba sempre muito líquido, de preferência água e sucos naturais. Evite café e bebidas alcoólicas. Eles podem ser um convite ao cigarro. O mais importante é escolher uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Este dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial e procure programar algo que goste de fazer para se distrair e relaxar. Escolha um método para parar de fumar: Parada Imediata - Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção. Parada Gradual - Você pode utilizar este método de duas formas: Reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: Um fumante de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais. No segundo - 25, no terceiro - 20, no quarto - 15, no quinto - 10, no sexto - 5. O sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros. Retardando a hora do primeiro cigarro - Por exemplo: no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas, no segundo às 11 horas, no terceiro às 13 horas, no quarto às 15 horas, no quinto às 17 horas, no sexto às 19 horas, no sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros. Cuidado com as armadilhas: Nos momentos de stress, procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas. Sentindo vontade de fumar A vontade de fumar não dura mais que alguns minutos. Nesses momentos, para ajudar, você poderá chupar gelo, escovar os dentes a toda hora, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado - converse com um amigo, faça algo diferente que distraia sua atenção. Exercícios de relaxamento São um ótimo recurso saudável para relaxar. Faça a respiração profunda : respire fundo pelo nariz e vá contando até 6, depois deixe o ar sair lentamente pela boca até esvaziar totalmente os pulmões. Relaxamento muscular : estique os braços e pernas até sentir os músculos relaxarem.
Proteja-se ... após parar de fumar uma simples tragada pode levar você a uma recaída. Evite o primeiro cigarro e você estará evitando todos os outros!

sábado, 29 de agosto de 2009

Arca de Noé - Parte 1

Meu Paraná - Rede Paranaense de Televisão (RPC) - 29/08/2009.

Arca de Noé - Parte 2

PR-323: Duplicação Já!

Campanha faz 2 meses e mortes caem 77%

A campanha da Rede Paranaense de Comunicação (RPC) “Trânsito. Respeito ou morte. Você escolhe o caminho” completou dois meses ontem. Dados do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) apontam que a iniciativa contribuiu para diminuir o número de acidentes na capital. Houve uma redução de 13% nas colisões (com e sem vítimas) em relação ao mesmo período do ano passado. A diminuição dos óbitos é ainda mais significativa: 77%. En­­tre junho e agosto de 2008 fo­­ram 18 mortes, índice que caiu pa­­ra 4 em 2009. No total, 1.115 veículos foram notificados e 2.063 motoristas, autuados. Especialistas apontam que para reduzir a mortalidade no trânsito é preciso unir campanhas educativas, ações de fiscalização e engenharia de tráfego, portanto a queda do número de acidentes na capital não pode ser atribuída exclusivamente à campanha. Mesmo assim, a iniciativa é considerada válida porque ajuda motoristas a debater o assunto e pensar nas suas infrações. “Essas iniciativas lembram aquilo que todos insistem em esquecer. Colocam em xeque o comportamento do condutor diante da legislação, dos pedestres e da sociedade em geral. Obrigam-no a refletir”, afirma a psicóloga Iara Thielen, coordenadora do Núcleo de Psicologia do Trânsito da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A pesquisadora argumenta que é preciso que as campanhas tenham caráter contínuo, porque a memória dos motoristas é fraca. “Estudos mostram que, por exemplo, quando o condutor vê um acidente, imediatamente reduz a velocidade e tem mais cuidado. Após um tempo, sente-se mais seguro e volta à imprudência.” Iara lembra também que a fiscalização é essencial porque há um grupo de infratores que só para com a punição. “A solução é trabalhar não só a educação para o trânsito, mas a cidadania e a educação para o espaço público.” O advogado especialista em trânsito Marcelo Araújo argumenta que mudanças de comportamento podem levar gerações. Ele cita como exemplo o cigarro. “Antigamente havia um glamour ao fumar, hoje a sociedade reprime, mas levou muito tempo até que chegássemos a este patamar.” Por isso, ele reafirma a im­­portância de se trabalhar a educação para o trânsito com as crianças. “Assim, no futuro, quando adultas, aprenderão a conduzir sem vícios.” Para o presidente da Associação Brasileira de Educação Para o Trân­­sito (Abetrans), George Mar­ques, quem dirige deve estar ciente de que está levando o que há de mais importante no mundo: a própria vida e a dos outros. “É uma questão de ética. Por isso, mudar a cultura da população é o único caminho para a paz entre os motoristas.” No entanto, ele afirma que o poder público também é responsável. “De que adianta fazer campanhas de prevenção se o poder pú­­blico permite que as montadoras de veículos façam propagandas incitando a velocidade?”, questiona. A campanha “Trânsito. Res­­peito ou morte. Você escolhe o caminho” está diariamente no jor­­nal Gazeta do Povo, nas rádios 98 FM e Mundo Livre FM e na RPC TV – TV Paranaense. É realizada em parceira com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) e a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran). (Fonte: Gazeta do Povo - http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/especialtransito/)

20% da Amazônia desmatada está em regeneração

A floresta de cerca de 20% das áreas desmatadas da Amazônia está se regenerando, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O instituto fez pela primeira vez o mapeamento das matas secundárias, também chamadas de capoeiras, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. As áreas desmatadas nos três estados que já foram mapeados - Mato Grosso, Pará e Amapá - possuem em média 19,5% de áreas desmatadas em regeneração. Os demais estados serão mapeados até o fim do ano, mas a média de regeneração deve se manter. "É improvável que essa média varie muito. Deve permanecer nessa ordem de grandeza", diz o pesquisador Cláudio Almeida, chefe do recém-criado Centro Regional da Amazônia (CRA) do Inpe. Foram utilizadas imagens de 2007, quando o desmatamento acumulado na Amazônia era de 700 mil quilômetros quadrados. Os números mais importantes são os do Pará e de Mato Grosso, onde está concentrada a maior parte das áreas desmatadas do bioma. O Pará tem um desmatamento acumulado de 233 mil km², dos quais 51.484 km² (22%) estavam em processo de regeneração até 2007. Em Mato Grosso, foram derrubados historicamente 201 mil km² de floresta, dos quais 22.611 km² (11,24%) tinham capoeira em 2007, de acordo com as imagens de satélite. No Amapá, os números são 2.440 km² de desmatamento acumulado e 619 km² (25%) em regeneração. Só foram contabilizadas no estudo as capoeiras com densidade suficiente para formar um dossel (ou copa) - o que permite que elas sejam detectadas nas imagens de satélite. Vistas do solo, podem até parecer uma floresta nativa, com árvores grandes. Vários estudos relatam, porém, que as capoeiras dificilmente recuperam a biodiversidade das florestas primárias que foram derrubadas. São tipicamente formadas por menos espécies, tanto de flora quanto de fauna, e têm menos biomassa - o que significa, também, menos carbono. (Fonte: www.amazonia.org.br)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Aos dois anos, ICMBio mostra resultados na proteção da biodiversidade brasileira

Brasília (28/08/2009) – O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) completa dois anos nesta sexta-feira (28). Desde a sua fundação, oficializada pela lei 11.516, de 28 de agosto de 2007, o ICMBio vem desenvolvendo importantes ações em defesa da biodiversidade brasileira, em especial das unidades de conservação (UCs), que são áreas de importante valor ecológico protegidas pelo Estado. Só no ano passado, o ICMBio viabilizou a criação de 5,6 milhões de hectares de áreas protegidas no País. Além da ampliação do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, foram instituídas a Floresta Nacional Iquiri, os parques nacionais Nascentes do Lago Jari e Mapinguari, as reservas extrativistas Médio Purus, Ituxi e Rio Xingu, a Área de Proteção Ambiental Serra da Meruoca e mais várias reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs). UNIDADES DE CONSERVAÇÃO – No total, o ICMBio administra hoje 304 unidades de conservação federais em todo o País. Juntas, elas somam 77 milhões de hectares, o equivalente a pouco mais de 8% do território nacional. Há ainda vários outros projetos de criação de unidades de conservação, principalmente nos biomas mais ameaçados e menos protegidos, como o costeiro-marinho. Do ano passado para cá, as unidades de conservação ganharam novos servidores. No momento, o Instituto está recebendo mais de 170 analistas ambientais concursados. Eles serão lotados nas UCs da Amazônia. No total, são quase 2 mil servidores efetivos atuando em todo o País. O ICMBio busca dotar as UCs de instrumentos de gestão, como plano de manejo, planos de uso, conselhos gestores, e equipamentos, como carros, lanchas e outros materiais usados na fiscalização. No ano passado, foram contratadas consultorias para a elaboração de 101 planos de manejo, sendo que 36 em unidades de conservação de proteção integral e 65 em unidades de conservação de uso sustentável. Destes, 12 já foram concluídos. O Instituto realiza constantemente operações de fiscalização contra desmatamento, grilagem de terras, garimpo, caça e outros ilíticos ambientais nas unidades de conservação. Essas ações são realizadas em parceria com o Ibama, Polícia Federal e polícias militares estaduais. Na Amazônia, elas têm funcionado, principalmente, como uma barreira contra o desmatamento ilegal. O ICMBio estimula a visitação nos parques nacionais como forma de reforçar o ecoturismo, atividade que, além de aproximar as pessoas do meio ambiente, pode gerar renda para muita gente. Há, no momento, um programa interministerial de ecoturismo que privilegia seis parques nacionais – Abrolhos, Aparados da Serra, Iguaçu, Tijuca, Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses. PESQUISA – As unidades de conservação são uma importante fonte de pesquisa científica sobre a biodiversidade brasileira. Além de ter pesquisadores próprios, o ICMBio facilita o acesso às UCs para pesquisadores de outras instituições, como faculdades, universidades e centros de pesquisa de todo o País. No ano passado, o Sisbio (Sistema de Autorização de Pesquisa sobre a Biodiversidade), que é gerido pelo Instituto, liberou a realização de mais de duas mil pesquisas em unidades de conservação federais. O ICMBio mantém vários programas de preservação de espécies da fauna e flora brasileira ameaçadas de extinção. Esses programas são realizados pelos centros especializados, como o Tamar (tartarugas marinhas), CMA (mamíferos aquáticos), Cenap (carnívoros), Cemave (aves silvestres) e RAN (quelônios da Amazônia). No momento, o Instituto trabalha na revisão da Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas de Extinção. A lista é publicada periodicamente pelo Ministério do Meio Ambiente. Além da lista, há também vários planos de ação para conservar as espécies ameaçadas. Recentemente, foram aprovados três novos planos – lobo guará, pato mergulhão e onça pintada. EXTRATIVISMO – O Instituto cuida ainda das políticas de uso sustentável dos recursos naturais renováveis e de apoio ao extrativismo e às populações tradicionais nas unidades de conservação federais de uso sustentável. No momento, o ICMBio administra 59 reservas extrativistas. Nessas reservas, moradores e populações tradicionais podem fazer a extração sustentável de produtos da floresta, como seringa (borracha), castanha-do-Pará, coco babaçu, dendê e outros. Produtos que podem ser usados para consumo próprio ou para a comercialização. Ainda nesse aspecto, o ICMBio busca fazer parcerias com órgãos como a Conab para viabilizar a comercialização dos produtos extrativistas pelas comunidades tradicionais residentes nas reservas. COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – A compensação ambiental é um mecanismo financeiro para compensar os impactos ao meio ambiente gerados na implantação de empreendimentos e identificados no processo de licenciamento. Pela lei, os recursos arrecadados devem ser investidos nas unidades de conservação, principalmente na regularização fundiária. O Ministério do Meio Ambiente, com o apoio do ICMBio, tem se esforçado para agilizar a liberação desses recursos. Criou até a Câmara de Compensação Ambiental. No ano passado, foram aplicados R$ 58 milhões. (Fonte: Ascom/ICMBio - www.icmbio.gov.br)

sábado, 22 de agosto de 2009

Lembrando Rui Barbosa....

"A falta de justiça, Senhores Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais. A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime (na Monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade".
Discurso de Rui Barbosa, no Senado Federal, RJ, em 1914.
(in Obras Completas de Rui Barbosa, V. 41, t. 3, 1914, p. 86)

Reunião da ABAV discute assuntos nacionais da entidade

(Do Blog do Jorge Pegoraro) Foi realizada na manhã desta sexta-feira, 21, a abertura da reunião do Conselho de Presidentes da Associação Brasileira de Agentes de Viagens - ABAV, que acontece até sábado no Hotel Bourbon Cataratas em Foz do Iguaçu e conta com a presença de todos os presidentes estaduais e do Distrito Federal. Participam da reunião o presidente da ABAV Nacional, Carlos Alberto Amorim Ferreira (Kaká), a superintendente da ABAV, Isa Garbin e o presidente da ABAV-PR, Antonio Azevedo, entre outros. A reunião, às portas fechadas, discutirá até sábado, entre outros assuntos a Feira das Américas – ABAV 2009, a campanha Brasil Vendo Melhor, uma parceria da ABAV Nacional e do Ministério do Turismo, e principalmente o Projeto de Lei 5.120/2001, que trata da regulamentação da atividade das Agências de Turismo e está prestes a ser votado na Câmara dos Deputados. O relator do PL, deputado Alex Canziani, esteve presente ao encontro para falar sobre o assunto aos dirigentes. Após o encerramento da pauta pela manhã, os conselheiros assistiram a dois a vídeos de divulgação do Destino Iguaçu, apresentado pelo secretário de Turismo, Felipe Gonzalez. Gonzalez enfatizou também a importância do engajamento dos dirigentes nacionais na eleição das Cataratas do iguaçu e da Amazônia como uma das Sete Maravilhas da Natureza no concurso mundial promovido pela fundação New Seven Wonders, na qual o atrativo iguaçuense se encontra em primeiro lugar do ranking. Homenagem - Em seguida o Felipe Gonzalez, o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro, o presidente do Iguassu Convention Visitor Bureua, Ênio Eidt, o delegado regional da ABAV, Fernando Valente, a direção do Hotel Bourbon, e o diretor comercial da GOL, Eduardo Bernardes foram homenageados pelos conselheiros com entrega de placas comemorativas em agradecimento pelo apoio dado aos agentes de viagens. Anteriormente Carlos Alberto Ferreira recebeu o mascote da BNTM 2010 concedido por Jorge Sales, presidente da ABAV-PE. Após o almoço os conselheiros assistiram a palestras do presidente da CVC, Valter Patriani e de Eduardo Bernardes e Jorge Cestarolli, ambos da GOL Linhas Aéreas. A noite o grupo se reúne em um jantar oferecido pelo Lois Suíte Hotel, em Iguazú, Argentina. (Fonte: http://www.jorgepegoraro.blogspot.com/)

Cidade mais colorida

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Paraná, Brasil

Sou paulista de nascimento, maringaense por opção e paranaense de coração! Sou Brasileiro!!

Paraná: Quem conhece, apaixona-se. Propaganda lusitana sobre o Paraná.

"É de encher os olhos, mas tenho que falar... o Paraná é tudo isso, e muito mais.... Deixando de lado nossos problemas... é por essas e muitas outras que me dá orgulho de ser Paranaense e Brasileiro". (Do Blog do Thiago)

domingo, 16 de agosto de 2009

Aves na Rebio das Perobas

Reportagem da pesquisa sobre aves de rapina na Reserva Biológica das Perobas
(Rede Paranaense de Comunicação - Caminhos do Campo - 16/08/2009)
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A Reserva Biológica das Perobas é mantida e administrada pelo ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Autarquia Federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente.

sábado, 15 de agosto de 2009

Academia Nacional da Biodiversidade

O Instituto Chico Mendes está finalizando as obras da sua Academia Nacional da Biodiversidade – Acadebio, localizada na Floresta Nacional de Ipanema, em Iperó, Estado de São Paulo.
A inauguração da nova estrutura será no dia 8 de setembro, com o início do Curso de Formação dos analistas ambientais do concurso de 2009. A Academia terá 5 amplas salas de aula, auditório para 200 pessoas, refeitório para 200 refeições diárias, alojamento para 180 participantes e 50 instrutores. A área externa poderá ser utilizada para exercícios de navegação e proteção ambiental, entre outras atividades. No que se refere à infraestrutura, estão sendo adquiridos mobiliário e equipamentos necessários para a instrução, além de estarem disponíveis para as atividades ônibus, microônibus e carros. "A Acadebio está sendo construída segundo o preceito de que a formação continuada dos servidores é uma das condições para o bom atendimento ao cidadão e o cumprimento da nossa missão institucional. O cuidado vai desde a infraestrutura até a qualidade da formação", afirma Silvana Canuto, diretora da Diretoria de Planejamento e Administração (Diplan) do ICMBio. Segundo Alexandre Cordeiro, chefe da Flona de Ipanema, "em uma autarquia jovem como o ICMBio, ter um espaço adequado à formação dos servidores é um passo importante na busca pela excelência na nossa área, e que trará uma série de benefícios à nossa Instituição".
A primeira fase do Curso, à distância, terá início na próxima semana. A fase presencial, realizada de 8 de setembro a 10 de outubro, terá como instrutores, em sua grande maioria, servidores e colaboradores do próprio Instituto Chico Mendes. (Fonte: ICMBio em Foco N. 73)
Sinto-me honrado por fazer parte do Corpo de Instrutores do ICMBio, por fazer parte dessa formação dos novos Analistas, por fazer parte de uma Autarquia que, com apenas dois anos, constrói sua ‘Academia’, apóia e revitaliza a manutenção adequada das Unidades Federais de Conservação.

ICMBio doa veículos e equipamentos à Polícia do Paraná para a proteger Parna do Iguaçu

(Do Blog do Pegoraro) O Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Polícia Ambiental do Paraná assinaram convênio de cooperação para proteger o Parque Nacional (Parna) do Iguaçu. Após a assinatura do documento em Brasília, o chefe da unidade, Jorge Pegoraro, fez a entrega de duas caminhonetes 4x4 L200 e duas motos Honda 250cc ao capitão Valdecir Gonçalves Capelli, comandante da companhia. O Instituto também repassou para a Polícia Ambiental a cessão da sede da Companhia, imóveis residenciais, barcos com motores, GPS e diversos materiais permanentes e de consumo para execução das tarefas planejadas, por um período de 5 anos. A Companhia já atua há mais de 30 anos no Parque Nacional do Iguaçu. De acordo com o responsável pelo Setor de Proteção do Parque, analista ambiental Ivan Baptiston, esse é o primeiro convênio do ICMBio na área de proteção depois de sua criação há dois anos. Segundo ele, o convênio foi discutido e construído em conjunto, definindo as obrigações de cada instituição. O planejamento das ações de fiscalização será feito em parceria a cada ano e as avaliações dos resultados serão mensais. Jorge Pegoraro disse que, enquanto o ICMBio repassa os equipamentos necessários para a execução das atividades de patrulhamento e monitoramento do parque e sua área de entorno, a Polícia Ambiental fica responsável por manter um efetivo estruturado para as ações policiais nas operações. “A Polícia Ambiental apoiará as ações de fiscalização independentemente ou em parceria com a equipe técnica da Unidade, principalmente garantindo a segurança dos servidores do ICMBio em atividades de proteção, pesquisa e manejo”, afirmou.

Troféu "Onda Verde" é entregue ao PNI

“Prezado Jorge Luiz Pegoraro
ORGANIZAÇÃO: Parque Nacional do Iguaçu PROJETO: Programa aquaIGUAÇU CATEGORIA: Conservação de Recursos Naturais – Setor Público
É com satisfação que entregamos o Troféu Onda Verde à sua organização e ao projeto ambiental desenvolvido, que foi selecionado pelo júri do 16° Prêmio Expressão de Ecologia como destaque na defesa do meio ambiente da região Sul em 2008. Pela primeira vez em 16 anos, a Editora Expressão não realizou seu tradicional evento de premiação, primeiro em virtude das catástrofes climáticas que se abateram sobre Santa Catarina em novembro passado, depois como reflexo da crise econômica global desencadeada a partir do segundo semester de 2008 e, finalmente, pelo cenário desfavorável nos três estados do Sul com o avanço da gripe influenza A. Lamentamos não poder realizar esse importante encontro de confraternização entre as pessoas que atuam por um planeta melhor e desejamos que o troféu preencha um dos principais objetivos do Prêmio Expressão: incentivar e propagar cada vez mais esse tipo de ação, vital para as futuras gerações. Mas enfatizamos a continuidade do Prêmio, que se consolidou após 16 anos e 1.372 projetos inscritos como a maior premiação ambiental do Sul”.
Atenciosamente,
Rodrigo Coutinho Coordenador do Prêmio Expressão de Ecologia www.expressao.com.br/ecologia

Sobrevoando o rio Represa Grande

Visando a importância da preservação dos cursos de águas superficiais e da manutenção de sua boa qualidade, o Programa aquaIGUAÇU e a Escola Parque, ambos institucionais do Parque Nacional do Iguaçu (PNI), implantaram o Projeto-piloto aqua-rio Represa Grande, que tem por objetivo avaliar a qualidade da água do rio Represa Grande, bem como as atividades impactantes a este corpo hídrico, para que, com base nessas informações, sejam desenvolvidas atividades de Educação Ambiental com as comunidades lindeiras, e que se possa criar um modelo de ‘Análise da Qualidade Ambiental’ dos rios que adentram o PNI. A proposta deste projeto foi apresentada à equipe do Escritório Regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) de Foz do Iguaçu, a fim de levantar se há atividades sendo desenvolvidas nessa área, ou se já fora realizado algo que complemente o atual trabalho. Os servidores do IAP aprovaram a idéia, relataram que não desenvolvem nenhuma atividade no local e que apoiarão o projeto dentro de suas possibilidades. Com isso, no último dia 6 de agosto, foram disponibilizadas ao Programa algumas horas de sobrevoo, para registros fotográficos da situação das Matas Ciliares no leito do rio principal desta bacia hidrográfica (Represa Grande). O voo foi realizado pelo Comandante Philip, em um avião bimotor, do Governo do Estado do Paraná, utilizado pela Polícia Militar Ambiental (Força Verde). Formaram a equipe nesse sobrevôo, Apolônio N. S. Rodrigues, Chefe da Área de Conservação e Manejo do PNI, quem fez os registros fotográficos, Fernanda A. Gurski e Cristiano R. Souza, componentes da equipe do Programa aquaIGUAÇU. As imagens captadas serão georreferenciadas e servirão de fundamental apoio às ações de desenvolvimento do Projeto.

A3P: Agenda Ambiental na Administração Pública

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou em 2001 o Programa Agenda Ambiental na Administração Pública, conhecido pela sigla A3P, cujo objetivo é sensibilizar os gestores públicos para as questões ambientais, estimulando-os a incorporar princípios e critérios de gestão ambiental em suas atividades rotineiras. Numa economia que ainda se caracteriza por elevado desperdício de recursos, surge mais que conveniente a iniciativa de difundir os princípios da gestão ambiental na Administração Pública, levando a economia de recursos naturais e a redução de gastos institucionais por meio do uso racional dos bens públicos e da gestão adequada dos resíduos. Objetivos Específicos: • Combate a todas as formas de desperdício dos bens públicos e recursos naturais; • Inclusão de critérios socioambientais nos investimentos, compras e contratações públicas; • Gestão ambiental dos resíduos, incluindo a parceria com cooperativas de catadores de lixo para geração de trabalho e renda; • Formação continuada dos servidores públicos em relação aos aspectos socioambientais e de melhoria da qualidade do ambiente de trabalho; • Reacender a ética e a auto-estima dos servidores públicos, principalmente em relação ao atendimento de interesses coletivos.
Neste mês, o Ministério do Meio Ambiente está lançando o “Primeiro Prêmio Melhores Práticas da A3P”, que tem entre outros objetivos identificar e reconhecer as iniciativas e atividades implementadas no âmbito da Administração Pública, que contribuam para a sustentabilidade ambiental e desenvolvimento sustentável. O projeto A3P, tem sido reconhecido pela importância de suas ações e de seus resultados positivos, tanto que, em 2002, a UNESCO o premiou com “O melhor dos exemplos”, na categoria Meio Ambiente. Para mais informações acesse:

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Aves raras são registradas na Rebio das Perobas

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urubu-rei (Video: Willian MenQ)
Aves raras são vistas na Reserva Biológica das Perobas, a maior floresta do noroeste paranaense, situada nos municípios de Tuneiras do Oeste e Cianorte. Tais registros revelam a grande biodiversidade que a Rebio abriga, e sua grande importância para estas espécies. Recentemente um exemplar do gavião-pato (Spizaetus melanoleucus), espécie que está na lista vermelha das aves ameaçadas de extinção no Paraná e em diversos estados brasileiros, foi encontrado pelo acadêmico de ciências biológicas Willian Menq, que atualmente desenvolve uma pesquisa com as aves de rapina da reserva. Tal registro inédito para o noroeste paranaense revela o alto grau de biodiversidade da unidade. O gavião-pato é uma ave de rapina de médio porte (aproximadamente 56 cm) que se destaca pela sua plumagem preta e branca, penacho no topo da cabeça, olhos amarelados contornados por uma máscara preta. Apesar de ter sido visualizado apenas um exemplar de gavião-pato, é provavel que ocorra ao menos um casal na reserva, podendo este estar se reproduzindo na mesma. Acredita-se também na existência do gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus) espécie tão rara e ameaçada quanto o gavião-pato. Outro registro importante foi a presença do urubu-rei (Sarcoramphus papa) ave imponente, embora não esteja amaeçado de extinção no Paraná, ele é raro naturalmente e bastante sensível as alterações humanas, sendo encontrado apenas em ambientes preservados como é o caso da reserva. Tal registo foi realizado no dia 08 de agosto onde foi observado 4 indivíduos adultos dessa espécie voando junto a um bando de urubus-negros.Apesar do foco da pesquisa serem às "aves de rapina" (águias, falcões, gaviões e corujas) as outras aves também estão recebendo as atenções dos pesquisadores. Tucanos como Araçari-banana (Pteroglossus bailloni) e Araçari-poca (Selenidera maculirostris) espécies de distribuição bem restrita no país são observados com frequência na unidade. O Pica-pau-de-banda-branca (Dryocopus lineatus) bélissimo pelo seu bélissimo topete vermelho, encontrada em matas e bosques, é visto também na rebio. A pesquisa com aves de rapina procedem até julho de 2010 espera-se encontar mais espécies de alto interesse biológico na rebio, ja que a mesma possui habitat e alimentação ideal para abrigar aves estritamente florestais que necessitam dessas florestas para sobreviverem.
(Texto: Willian MenQ, Fonte: www.avesderapinabrasil.com)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

ICMBio aprova Plano Nacional de Conservação da Onça Pintada

Locais do mapa apontam presença predominante da especie
(Fotos: Arquivo Cenap/ICMBio e Adriano Gambarini)
A beleza da fera salta aos olhos de todos. Considerada um símbolo da pujança da vida silvestre, a onça pintada (Panthera onca) não passa despercebida por ninguém. Agora, esse predador, topo de cadeia alimentar, vai ganhar um Plano Nacional de Conservação, a ser gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O trabalho foi aprovado pela autarquia e será coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisas para a Conservação dos Predadores Naturais (Cenap), centro especializado do Instituto. Para especialistas do Cenap, a espécie é considerada essencial para a manutenção da diversidade biológica e da integridade dos ecossistemas em que está inserida. A partir da análise de seu comportamento, habitat e biologia, podem-se ter referências de planejamento e manejo de Unidades de Conservação, bem como de grandes ecorregiões interconectadas. “As exigências para a onça pintada sobreviver incluem fatores importantes para manter ambientes ecologicamente saudáveis”, destaca o doutor em medicina veterinária e chefe do Cenap, Ronaldo Morato. Espécie “detetive” da paisagem, a onça pintada pode auxiliar no planejamento ou criação de corredores ecológicos, além de servir de base para a avaliação dos mosaicos de Unidades de Conservação já criados. Um dos projetos em fase de montagem é o Corredor Ecológico Caatinga-Onças, que terá como objetivo interligar áreas importantes de proteção desse bioma. Com isso serão evitados a fragmentação dos ecossistemas e os prejuízos para a troca genética entre indivíduos da espécie, além de outras espécies da fauna e da flora. PROPOSTA – O Grupo de Trabalho (GT) designado para elaborar e implementar o corredor Caatinga-Onças sugere que unidades de conservação federais e estaduais sejam interligadas desde a Floresta Nacional Contendas do Sincorá e do Parque Nacional da Chapada Diamantina, no centro da Bahia, até o Parna da Serra das Confusões, no Sul do Piauí. A união contemplaria, ainda, o Parque Nacional da Serra da Capivara (PI), o Parque Estadual do Morro do Chapéu (BA) e as Áreas de Proteção Ambiental (APA's) Dunas, Veredas do Baixo e Médio São Francisco e Lagoa de Itaparica, entre outras unidades. Outro fator importante é que, como parte da estratégia de execução do Plano Nacional de Conservação da Onça Pintada, foi criada a Aliança para a Conservação da Onça Pintada, por meio de parcerias com instituições de renome em pesquisa e conservação de mamíferos carnívoros, como o Instituto Pró-Carnívoros, Instituto de Pesquisas Ecológicas, Instituto Biotrópicos, Instituto de Pesquisas Cananéia, Pontíficia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), além do Cenap/ICMBio. Nesta fase do projeto serão estudadas cinco áreas em três diferentes biomas – a Caatinga, o Cerrado e a Mata-Atlântica –, sendo que os locais escolhidos referem-se a áreas fundamentais para a conservação, de acordo com mapa de áreas prioritárias do Ministério do Meio Ambiente.Na reunião que deu início aos trabalhos, foram definidas metodologias de pesquisa que servirão de padrão em todas as áreas estudadas. “O objetivo é obter dados comparativos entre elas. A amostragem será repetida anualmente, em sintonia com o programa de monitoramento da biodiversidade sob coordenação do ICMBio. Com o tempo será possível saber as flutuações da população e que fatores estão associados a isso”, destaca Morato. Na área do Parque Nacional do Iguaçu, unidade de conservação gerida pelo ICMBio no Paraná, já há um mapa de uso do solo que servirá de base para levantamentos acerca da densidade populacional de onças pintadas no parque. “Como esta estimativa vai ser repetida todos os anos, por pelo menos dez anos, poderá ser relacionado o uso do solo com variações no tamanho da população, auxiliando em estratégias de manejo da espécie e do próprio Plano de Manejo da unidade”, acrescenta o chefe do Cenap.
(Fonte: Sandra Tavares - Ascom/ICMBio. www.icmbio.gov.br)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Carta da Praia Vermelha

(Praia Vermelha, RJ - Fonte: : www.panoramio.com)

O VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, realizado no Campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, entre os dias 22, 23, 24 e 25 e Julho de 2009, promovido pela Rede Brasileira de Educação Ambiental – REBEA – vem a público apresentar as deliberações da plenária: Reconhecendo que os educadores ambientais em suas bases territoriais, coletivos e redes, mesmo em um cenário de desmonte das ações do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental - PNEA, os ataques e retrocessos da legislação ambiental no país, se mantêm atentos e atuantes para a construção de processos e espaços educadores sustentáveis, exercício da cidadania ambiental e a defesa da Vida; Reconhecendo que a REBEA se percebe plural, tendo avançado na afirmação de sua complexidade e da necessidade de fortalecer sua identidade e aprimorar suas instâncias de organização no sentido de seu fortalecimento; Reconhecendo que a ação de cada educador e coletivo deve ser favorecida pela vivência de valores solidários no âmbito das redes, coletivos e outras formas de organização social; Reconhecendo, portanto, que a REBEA se mobilizou, de forma participativa e conjuntamente com outros coletivos e redes, para a Construção do VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental; Nós, educadores e educadoras ambientais presentes no VI Fórum, consideramos: 1. A necessidade de enfrentamento da crise ambiental de caráter planetário, representada no momento pela vulnerabilidade a que estamos expostos pelos efeitos das mudanças climáticas; 2. Que todos os povos sofrem as consequências da crise ambiental, principalmente os povos que historicamente são excluídos, como as minorias nacionais, povos indígenas, entre outros; 3. A consciência da co-responsabilidade frente aos desafios que a crise ambiental coloca a todos nós; 4. O momento complexo que vive a educação ambiental brasileira com reflexos em todos os seus espaços; 5. O individualismo e a competição como valores que regem as relações atuais na sociedade de consumo e no mercado de trabalho; 6. A fragilização das competências e ações do Órgão Gestor da PNEA; 7. A importância do conhecimento a respeito dos princípios da cultura de redes e a necessidade dos educadores em reconhecer-se enquanto pertencentes a uma rede de redes sociais; 8. A necessidade de promover o encontro e a conexão de todas as formas de coletivos que atuam em EA (Redes, Coletivos Jovens pelo Meio Ambiente, Coletivos Educadores, Salas Verdes, Centros de Educação Ambiental, Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental, Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida – COMVIDAS, etc.), integrando-os e reunindo-os em torno de um objetivo comum: os princípios e valores da Educação Ambiental enunciados no Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global e na Carta da Terra; Exigimos do poder público em todas as esferas: - A manutenção e fortalecimento dos espaços já instituídos na condução das Políticas Públicas de Educação Ambiental no país, tais como o Órgão Gestor da Política Nacional de EA – PNEA, seu Comitê Assessor e Câmara Técnica de EA do CONAMA; - A imediata reinstitucionalização da educação ambiental na estrutura organizacional do IBAMA e a institucionalização da educação ambiental no ICMBio, ANA e Serviço Florestal Brasileiro; - O fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental; do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), Sistema Brasileiro de Informação em Educação Ambiental (SIBEA), bem como a retomada da discussão da consulta pública do Sistema Nacional de Educação Ambiental (SISNEA); - O incentivo e a difusão da cultura de redes; - A continuidade da mobilização em torno da Jornada Internacional do Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, reiterando-o como Carta de Princípios das Redes e discutindo sua inserção nos diferentes campos / documentos referentes às políticas públicas em EA; - O cumprimento do princípio n. 14 do Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, no que diz respeito ao papel e responsabilidade dos meios de comunicação em divulgar e socializar a Educação Ambiental junto a todas as instâncias de organização da sociedade; - A promoção do diálogo entre a EA e a diversidade, garantindo espaços de participação e decisão efetivas às pessoas com deficiência, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, pequenos agricultores e outros atores em condições sociais vulneráveis; - O desenvolvimento de ações de interação com os movimentos sociais, de Educação Ambiental e de meio ambiente dos diversos países, retomando os contatos com os pontos focais da comunidade lusófona de EA; - O reconhecimento do papel dos jovens como sujeitos históricos na construção de uma Educação Ambiental crítica e transformadora, fortalecendo e fomentando o Programa Nacional de Juventude e Meio Ambiente, por meio do apoio às ações das juventudes brasileiras; - A transversalização da PNEA de forma articulada nos programas, projetos e ações dos diferentes ministérios do Governo Federal, com garantia de recursos financeiros (no PPA) e humanos, sob coordenação do Órgão Gestor da PNEA e Redes e Coletivos de EA; - A inserção da Educação Ambiental nos espaços decisórios e controle social levando-se em consideração as deliberações das Conferências Nacionais de Meio Ambiente e Infanto-Juvenil; - A revisão das relações e parcerias das redes de EA com os governos na formulação, implementação e controle social sobre as políticas públicas e ações estruturantes do Estado referentes à Educação Ambiental no país; - A garantia dos direitos políticos, sociais, econômicos, ambientais e culturais das comunidades de baixa renda visando a promoção de ambientes saudáveis e sustentáveis nessas comunidades. Rio de Janeiro, 25 de Julho de 2009. (Fonte: Blog do Marino - http://marino.goncalves.zip.net)

Mundo entrará em colapso com aquecimento, dizem cientistas

Se o planeta não reduzir em até 80% a emissão de gás carbônico na atmosfera até 2020, e não até 2050, como está estabelecido, em breve teremos verdadeiras tragédias nunca antes vistas. Grande parte da população mundial corre o risco de desaparecer. A previsão sombria é da diretora e coordenadora da State of the World Forum/Brasil 2020, Emília Queiroga Barros. A conferência mundial Brasil 2020 acontece até a próxima sexta-feira em Belo Horizonte. No encontro, mais de 150 cientistas e especialistas de várias nacionalidades, divididos em pequenos grupos, discutem os estragos provocados pelo aquecimento global e tentam traçar metas para a redução imediata dos gases que provocam o efeito-estufa. "É como se a Terra estivesse com febre. A pessoa quando tem a temperatura aumentada em 0,5º C, ela já começa a não se sentir bem. Assim é o planeta. Já estamos sentindo todos os efeitos desse aumento da temperatura. No Rio de Janeiro, por exemplo, e em outras cidades do litoral brasileiro, há estudos que indicam um aumento de 0,5 cm do nível do mar. Isso já traz transtornos incalculáveis. Já há cidades desaparecendo", explica Emília. A diretora e coordenadora da conferência traça, juntamente com o presidente do Earth Policy Institute, Lester Brown, um futuro, no qual, em pouco tempo a escassez de água e de alimentos tornará a sobrevivência insuportável. Brown explica que se a Terra tiver a temperatura aumentada em 1º C (atualmente está aumentada em quase 0,6º C), haverá uma queda de cerca de 10% na produção de alimentos, principalmente grãos. "Os preços de produção dos alimentos vão aumentar muito. Países com grande densidade demográfica sofrerão as consequências de forma catastrófica", diz. O diretor do Earth Policy Institute explica que, como num ciclo, a produção de combustíveis também agrava a falta de alimentos no planeta, já que as grandes potências e países em desenvolvimentos 'desviam' os estoques de grãos para a produção de combustíveis, como o etanol. No ano passado, segundo Brown, os Estados Unidos destinaram, por exemplo, 100 milhões de toneladas de grãos para a produção de etanol. - Com isso diminui a oferta de alimentos no mundo e a demanda só aumenta - afirma. O derretimento das grandes camadas de gelo nos polos do planeta e nas grandes cadeias de montanha é apontado por Brown como um dos problemas que deve ser enfrentado imediatamente pelos governos. "Devemos reduzir a emissão de CO2 para os níveis entre 350 e 400 partes por milhão de pessoas. Se não anteciparmos estas metas de redução da emissão de poluentes a previsão é de que geleiras glaciares e polares, estes dois últimos com um degelo mais sério, porque são as geleiras que sustentam o fluxo dos rios nos países asiáticos nas estações secas, como o Ganges e o Amarelo. Num curto prazo teremos mais água que o usual, mas em longo prazo os rios serão intermitentes. A China será afetada primeiramente, um país com 2 bilhões de pessoas - afirma Brown, que reafirma o foco da conferência em BH: "Em dez anos, até 2020, o planeta precisa atingir estes limites", adverte. Brown ainda faz uma previsão nada animadora. "Se nada for feito e houver as alterações climáticas que imaginamos, não vamos conseguir antecipar as medidas, e se fôssemos capazes de prever, não conseguiríamos fazer o necessário a tempo. As camadas de gelo na Groelândia têm uma 1 milha de espessura. Se essas placas derreterem o nível do mar vai subir 7 m, a maioria das cidades litorâneas desaparecerão", explicou. Com esse fenômeno cada vez mais próximo e certo, a previsão é de que a maior parte da população mundial, que hoje vive em cidades litorâneas, migre para o interior dos países.

Educadores do ICMBio conduzem oficina e minicurso no VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental

Brasília (05/08/2009) – Servidores e educadores ambientais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tiveram participação significativa no VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, realizado entre os dias 22 e 25 de julho, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Praia Vermelha, no Rio. Os representantes do ICMBio conduziram oficina e minicurso, além de expor pôsteres sobre processos educativos realizados nas unidades de conservação (UCs) federais, com destaque para a gestão participativa nessas unidades. Jerônimo Martins, da Reserva Extrativista (Resex) Barreiro das Antas, em Rondônia, participou da oficina “Gestão Participativa em UCs”, que apresentou os fundamentos metodológicos do Projeto OCCA (Projeto de Gerenciamento e Capacitação em Reservas de Uso Sustentável na Amazônia), desenvolvido em sete Resex da Amazônia, entre fevereiro de 2008 e julho de 2009. Nahyda França, do Ibase/RJ, e Sultane Mussi, do Núcleo de Educação Ambiental (NEA) do Ibama/RJ, também participaram dessa oficina. Laci Santin, da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, em Santa Catarina, e Mariele Mucciatto, do Parque Nacional do Iguaçu, deram um minicurso sobre “Educação Ambiental na Gestão de Unidades de Conservação”. O curso foi muito concorrido. Um público bastante receptivo e interessado no tema lotou a sala de aula da UFRJ onde ocorreu a atividade. A partir da simulação de uma experiência real de funcionamento de um conselho de UC, o minicurso abordou a importância da educação ambiental crítica na construção e fortalecimento dos espaços de participação e controle social no âmbito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc). Durante o Fórum, aproximadamente 30 educadores do ICMBio e do Ibama realizaram uma reunião na qual foi aprovado o texto de uma moção dirigida ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e aos presidentes do Ibama e do ICMBio, reivindicando o fortalecimento do Departamento de Educação Ambiental (DEA) do ministério e a reinstitucionalização da educação ambiental no Ibama, com o mesmo status da extinta CGEAM, e a criação de estrutura análoga no ICMBio. A moção circulou entre os participantes do evento, recebendo a assinatura de mais de 400 pessoas. O Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é um dos mais importantes espaços de discussão do tema no País. Além do ministro Carlos Minc, marcaram presença no evento representantes de entidades governamentais, instituições de ensino e ambientalistas do todo o país.
(Fonte: Ascom/ICMBio - www.icmbio.gov.br)

sábado, 1 de agosto de 2009

Envelhecendo...

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(Fonte: internet)

Guns and Roses - Sweet Child O'Mine

Slash na guitarra, Axl magro... Velhos e Bons Tempos... marcas prá sempre, boas lembranças prá este quase cinquentão...

Sweet Child O' Mine Guns N' Roses Composição: Axl Rose / Duff McKagan / Izzy Stradlin / Slash

Rebio das Perobas definindo seu Conselho Consultivo

Uma série de reuniões que vão definir a criação do Conselho Consultivo da Reserva Biológica das Perobas, localizada nos municípios de Cianorte e Tuneiras do Oeste, começou a ser realizada no último dia 27 de julho. Segundo o coordenador do grupo de trabalho, Carlos Alberto De Giovanni, a primeira reunião na verdade aconteceu no início de julho, porém agora serão realizados de forma ordenada os encontros setoriais. “Optamos por encontros setoriais, cada um ligado a uma das vertentes do conselho. O primeiro foi com os responsáveis pela proteção ambiental”, informou Giovanni. Nesta segunda-feira (27), estiveram reunidos representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), representantes da Polícia Militar e Militar Ambiental do Paraná (Força Verde), Corpo de Bombeiros, Exército e Instituto Ambiental do Paraná (IAP). “Discutimos diretrizes de trabalho, lembrando a importância da participação de cada um dos órgãos”, ressaltou Giovanni, chefe da Rebio das Perobas. O encontro foi realizado no Centro de Educação Ambiental de Cianorte. “Estamos sempre prontos para sediar e apoiar eventos ligados ao Meio Ambiente. Este local tem como finalidade oferecer o suporte necessário para estes trabalhos”, comentou o secretário do Meio Ambiente, José Ícaro Monteiro Maranhão. O próximo encontro será em 7 de agosto, no Sindicato Rural Patronal de Tuneiras do Oeste. Serão convidados representantes de ONGs (organizações não-governamentais). Já o terceiro encontro acontecerá em Cianorte, novamente no Conselho Municipal do Meio Ambiente, dia 10, e terá como público alvo o setor público municipal. No dia 11 será a vez do setor produtivo rural e a reunião acontecerá em Tuneiras do Oeste. Nesta reunião serão indicados os membros de cada setor no conselho consultivo. Haverá ainda reuniões com setor comunitário (dia 14), educacional (17), setor de saúde (18), de serviços (19), e o encerramento acontece no dia 20, com o encontro do setor de pesquisa, que envolverá as universidades sediadas em Cianorte. “Pretendemos unir todos neste conselho que terá caráter consultivo, para acompanhar diretamente os trabalhos realizados na Reserva das Perobas. Os membros devem ainda exercer a função fiscalizadora, de forma transparente e tendo como parceiros a comunidade e demais segmentos. Unindo todos, com certeza teremos um bom resultado”, completou Giovanni.
(Fonte: Jornal Tribuna de Cianorte)

Oficina de Regularização Fundiária

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Autarquia Federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, através de suas Coordenações de Consolidação Territorial e Regional de Florianópolis - CR-09, promoveu a Oficina de Trabalho de Regularização Fundiária, entre os dias 13 e 17 de julho, em Florianópolis/SC.
Participaram do evento analistas ambientais dos Parques Nacionais de Ilha Grande, Superagui, PR, Lagoa do Peixe (RS), Serra do Itajaí e Araucárias (SC), Estações Ecológicas Mata Preta (SC) e Taim (RS), e Reserva Biológica das Perobas (PR), além de analistas das próprias Coordenação de Consolidação Territorial e CR-09. Além desses, também participaram Procuradores Federais de Santa Catarina, do Paraná e Rio Grande do Sul e representantes do Instituto Ambiental do Paraná – IAP/PR, Fundação do Meio Ambiente – FATMA/SC e Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM/RS.
A oficina tratou das atividades de consolidação territorial, procedimentos necessários para indenização e desapropriação, mecanismo de compensação de reserva legal e dispositivos legais. Além disso, foi acertada uma agenda proativa com os órgãos ambientais estaduais, iniciando uma parceria com vistas a celebração de acordos de cooperação técnica entre os órgãos ambientais dos três estados da região Sul e o ICMBio, estabelecendo procedimentos de compensação de reserva legal para a regularização fundiária das UCs.
Nos dois últimos dias de oficina, foi realizada uma capacitação em serviços na análise de processos administrativos de desapropriação de imóveis rurais, agilizando os trabalhos pendentes nas unidades. (Fonte: ICMBio em Foco N. 71)

Influenza A e gripe comum‏