domingo, 28 de fevereiro de 2010
O meu "santim"...
Neste espaço virtual, meio do ano passado, desabafei sobre a então situação do nosso Santos Futebol Clube! Até por uma questão de justiça, agora preciso dasaguar minha alegria com meu "santim"!
Sou um torcedor fajuto, eu sei! Nem sei a escalação oficial, nem de agora, nem de outrora, mas, Santista! E estou alegre com as recentes vitórias.
"Eu gosto assim"!! Os meninos da Vila estão nos dando muitas alegrias!!
Em frente "Santim"!
É o que evoca um Santista, pelezista, feliz, nada convicto, sem saber a escalação oficial, mas, sempre Santista!!
sábado, 27 de fevereiro de 2010
ICMBio reforça posição do Brasil contra caça "científica" da baleia
Brasília (26/02/2010) – O governo brasileiro se mantém firme a favor da moratória da caça comercial da baleia e contra a captura para fins científicos. A posição será levada à reunião de um grupo de trabalho da Comissão Internacional da Baleia (CIB), na próxima terça-feira (2), na Flórida (EUA). A reunião é preparatória para o encontro marcado para junho, que vai avaliar o protocolo de intenções sobre a redução da caça científica, hoje praticada pelo Japão na Antártica.A posição brasileira será levada pelo comissário do Brasil na CIB, embaixador Fábio Vaz Pitaluga, que terá a companhia da chefe do Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA), Fábia Luna, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O ICMBio atua como órgão de assessoramento científico do governo brasileiro nessa questão.
Nesta semana, Pitaluga se reuniu, no Itamaraty, em Brasília, com representantes do Ministério do Meio Ambiente, ICMBio, Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA), Instituto Baleia Jubarte, Greenpeace, Centro de Conservação Cetácea, Instituto Justiça Ambiental e Instituto Sea Shepherd Brasil para discutir o tema e fechar a posição brasileira.
Apesar da moratória estabelecida pela Comissão em 1986 e da declaração da Antártica como um Santuário de Baleias em 1994, a caça está em franca escalada na região sob o pretexto de “captura científica”.O Japão faz a caça e, apesar de frequentemente condenado pela maioria dos países da CIB, nega-se a parar. Há a suspeita de que a prática teria objetivos comerciais. (Fonte: Ascom/ICMBio - www.icmbio.gov.br)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Glossário do Goiano
"Pequeno Dicionário Goianês", enviado a mim, pelo meu grande amigo Ary Soares dos Santos, Goiano de Catalão...
Arvre: Árvore (isso me lembra 'As arvres somos nozes').
Arvrinha: Árvore pequena.
Arvrona: Árvore grande.
Madurar: Amadurecer.
Corguim: Lê-se córrr-guim. Diminutivo de corgo.
Corgo: Lê-se córrr-go. Córrego.
Quando é fé: Algo como “de repente” ou “até que”. Ex.: 'Estava no consultório do dentista, ouvindo aquele barulhinho de broca, e quando é fé sai um meninin chorando de lá.'
Deixa eu te falar: Com a variação “Ow, deixa eu te falar”. Introdução goiana para um assunto sério. Nunca, mas nunca mesmo, chegue para um Goiano falando diretamente o que você tem que falar. Primeiro você tem que dizer “ow, deixa eu te falar”, para prepará-lo para o assunto. Em Goiás você precisa seguir o ritual de uma conversação. Ex.: 'E aí, bão? E o Goiás, hein? Perdeu! Tem base? É por isso que eu torço pro Vila. Ow, deixa eu te falar, lembra aquele negócio que eu te pedi...' A forma abreviada é “te falar”.
Custoso: Na definição dela significa teimoso. Também ouço como se fosse algo que dê trabalho. 'Esse moleque é custoso demais da conta!' alguém custoso seria alguém que apronta muito!
Tem base?: Expressão tão goiana que existe até em slogan impresso em bandeiras e camisetas exaltando o estado: 'Sou goiano. Tem base?'. Pode ser traduzido como 'Pode uma coisa dessas?', só que usado com muito mais frequencia.
Chega dói: Chega a doer. Ex.: Deixa eu te falar, essa luz é tão forte que chega dói a vista. Na verdade essa forma pode ser usada com quaisquer outros verbos combinados com o verbo 'chegar'. Ex.: chega arranha, chega machuca, chega engasga.
Chega doeu: Chegou a doer, ou seja, o passado de “chega dói”. Muita gente não entendeu o porquê desse verbete no passado se já se usou o verbete no presente; afinal tratar-se-ia de conjugação verbal simples, não é mesmo? Mas a fato é que quando existe uma conjunção verbal, é o verbo auxiliar (chegar) que determina o tempo da conjunção. No Goianês é diferente. É o verbo principal que é conjugado.
Encabulado: Impressionado. Ex.: Estou encabulado que você nunca tenha ouvido alguém falar 'chega dói' antes.
Uai: Palavra que normalmente não tem sentido, mais ou menos como o tchê do gaúcho. Usado normalmente em respostas. Ex.: Pergunta: Goiano, você vai à festa hoje?; Resposta: Uai, vou!. Dá impressão que o uai é parecido com o ué usado em outras regiões. Mas o ué muitas vezes é usado no caso de a pessoa achar a pergunta estranha.
Num dô conta: Pode ser traduzido como Não consigo, Não sei, Não quero, Não gosto, etc. No resto do país, “não dar conta” é usado mais no sentido de 'não aguentar'. Por exemplo: Não dei conta do recado, ou Não dou conta de comer isso tudo sozinho. Já aqui em Goiás é usado para quase tudo. Ex.: Num dô conta de falar inglês ('não sei falar inglês'); Num dô conta de continuar em Goiânia nas férias ('Não quero/não aguento continuar em Goiânia nas férias); Num dô conta de imprimir usando esse programa ('não sei imprimir usando esse programa').
Bão?: Goianês para 'Tudo bem?' Também é usada a forma bããããão?
Tá boa?: Goianês para 'Tudo bem?' usado para mulheres. Em outras regiões do Brasil seria interpretado de outra forma...
Bão mesmo?: É comum usar o 'mesmo?' depois de coisas como 'e aí, tá bom/bão', como se pedisse uma confirmação de que a pessoa tá bem e não apenas fingindo que está bem.
Piqui: Pequi, fruto típico de Goiás, bastante usado na culinária Goiana.
Mais: Substituto goiano da conjunção 'E'. Ex.: Eu mais fulano estamos no Goiás.
No Goiás: Em Goiás.
Na Goiânia: Em Goiânia.
Pit Dog: Uma espécie de filho bastardo de uma lanchonete com uma barraquinha de cachorro-quente. Apesar desse nome estranho, os sanduíches são muito bons!
Queijim: Rotatória.
Mandruvá: Mandorová.
Coró: Mesmo que mandruvá, segundo meus tutores de goianês.
Dar rata: Algo como cometer uma gafe. Ou seja, dar rata é o goianês para 'fazer gumpice'.
Calçada: Pode significar: 1. Lugar para estacionar carros; 2. Local onde se colocam as mesas dos botecos e restaurantes. Note que não existe em Goianês calçada no sentido de lugar para pedestre, pois não sobra espaço para pedestres entre os carros e as mesas em Goiás...
Anêim: Algo que parece ter vindo de 'Ah, não!', que virou 'Ah, nem!' Mas às vezes é simplesmente usado na frase com um sentido de desagrado.
De sal: Salgado. Ex.: Pamonha de Sal.
De doce: Se 'de sal' é salgado, então 'de açúcar' é doce, certo? Errado! Em Goiás as coisas não são doces, elas são de doce.
Caçar: Procurar. Goiano não procura, goiano caça. Ex.: 'Estive te caçando o dia inteiro'. 'Não sei onde está, mas vou caçar esse papel para você.'
Trem: Qualquer coisa pode ser chamada de trem, inclusive um trem. Ex.: 'Ôôô trem bão!' (ô, coisa boa!) Já ouvi até mesmo a seguinte declaração de amor: 'Te amo, Trem!'.
Demais da conta: Em Goiás, deve-se evitar utilizar a palavra 'demais' isolada. A forma correta é 'demais da conta'. Ex.: 'Gosto disso demais da conta!'. 'Conheço a região demais da conta!'
Barriga-verde: O termo barriga-verde nada tem a ver com o usado no sul, que significa 'catarinense'. Barriga-verde em Goiás é um novato, alguém que ainda está 'cru' numa determinada coisa.
Disco: Um tipo de salgado frito.
Ou quá?: Algo como 'ou o quê?'. Ex.: 'Você vai sair com a gente ou quá?'
Vende-se este: Em Goiânia é muito mais comum ver placas dizendo 'Vende-se Este' colada num carro, do que simplesmente 'Vende-se'. É como se quem escreveu pensasse 'vende-se? Vende-se o que?', mas também ficasse com preguiça de escrever 'Vende-se este carro'. Fica o meio termo.
Fi: Creio que vem de 'Filho', é usado no fim da frase, como se fosse um 'tchê' gaúcho ou um 'meu' paulista. Ex.: 'Esse é o melhor, fi!', 'Nossinhora, fi! Bão demais da conta!'.
Coca Média: Refrigerante médio é o de garrafinha de 290ml. Ou seja, o menor que costuma ser vendido em restaurantes.
Final de tarde: Sabe aquela mania chata das propagandas de uma marca de cerveja de tentar mudar a quarta-feira para Zeca-Feira e o Happy Hour para Zeca-Hora? Pois é, ao menos o Happy Hour já foi aportuguesado por aqui. Chama-se 'Final de tarde', e na prática é o happy hour: você sai do trabalho e vai tomar uma com os amigos. Acompanha espetinho e feijão tropeiro, é claro!
Do Blog do Lukas
"E o queco?
Para quem não sabe esse indivíduo (https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPJ_uLIwVYJKuaE3ryeQfxOjrDuElcEQI5fuboEi-oSeVXCl2qYI-sOPghXzhIqsO1WOUJoan2AiXMZBUHSBf3rpiWTv-GY-HLGToYc46gmISyhIz6G7MFbXd6DaPtgmccugpSXxirKJt6/s1600-h/0,,33427744-DP,00.jpg) com o curioso nome de Tiger Woods ganhou cerca de US$1.000.000.000,00 praticando uma coisa que dificilmente pode ser descrita como esporte, é mais uma espécie de passatempo de milionário sem cérebro, chamada golfe.
Como quase ninguém joga e quase ninguém assiste, o dinheiro vem de patrocinadores como a Nike, empresas que vivem do trabalho escravo e investem quase todo seu dinheiro em propaganda e nenhum na produção.
Como todas as pessoas que ganham uma quantidade absurda de dinheiro para fazer uma coisa completamente inútil para a sociedade o Tigre gasta quase todo seu tempo com coisas mais divertidas que golfe, como prostitutas, drogas e similares.
Agora vem a pergunta que não quer calar: e nós com isso? Quantos brasileiros praticam golfe e admiram esse imbecil? Quem é que está preocupado com a vida sexual desses parasitas do trabalho escravo da Indonésia?" (Fonte: http://casadonoca.blogspot.com/2010/02/e-o-queco.html)
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