sábado, 24 de março de 2012

Onda Ambiental N. 50

"Onda Ambiental" de 24 de março de 2012
Com Elias Gomes e Gilson Aguiar - Mudança do nome do Programa
(reprise)
O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3
Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H
www.radiocesumar.com.br

Onda Ambiental N. 49

"Onda Ambiental" de 17 de março de 2012
Plano de Manejo, com Antonio Guilherme C. da Silva
Entrevista: Luiz dos Anjos - Universidade Estadual de Londrina (UEL)
O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3
Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

sexta-feira, 23 de março de 2012

ICMBio em Foco

Onda Ambiental N. 48

"Onda Ambiental" de 10 de março de 2012
Entrevista: Gilson Aguiar - Rádio CBN e RUC FM
O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3
Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

domingo, 18 de março de 2012

Instituto Legal

Embora a imprensa em geral e os "azaradores de plantão" não tenham dado tanta ênfase (muitos nem voltaram mais ao assunto!) quanto quando o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio foi declarado "inconstitucional" pelo Supremo Tribunal Federal, "renascemos" no dia seguinte.
O ICMBio está legalizado, é Legal!
Veja matéria em:
Sabemos que azaradores, obtusos e obturadores do bem cuidar de áreas de proteção, nossas Unidades Federais de Conservação, continuarão tentando nos atrapalhar, nos diminuir, nos desacreditar, porém, continuaremos no firme propósito de fazermos nosso melhor no compartilhamento que nos cabe nesse "cuidar" do Meio Ambiente.

sábado, 17 de março de 2012

Nas Ondas do Ambiente N. 47

"Nas Ondas do Ambiente" de 3 de março 2012
Entrevistas: Elias Gomes e Gilson Aguiar - RUC FM
(Mudança do nome do Programa)
O programa vai ao ar todos os sábados às 9:00H pela RUC FM 94,3
Horários alternativos: terça: 5:00H; quinta: 9:00H

Desenvolvimento Rural Sustentável

É muito importante para o setor agropecuário a existência de suportes oficiais, que através das Esferas de Governos, apóia toda cadeia produtiva, possibilitando o planejamento de ações seguras, que visam melhorar o desempenho geral da atividade, sem o risco de eventual surpresa vinda do próprio setor público. É evidente que a quantidade dos maiores produtores de alimentos do mundo é reduzida, mas em geral, possuem maior estrutura, melhor capacidade de produção em alta escala, conseguindo excelentes resultados para si e para a economia em geral.

Os pequenos agricultores, são menos ambiciosos, vivem em regime de economia familiar, são em maior número nesse seguimento e precisam contar sempre com apoio de políticas públicas que contemplam suas expectativas. Além do suporte de recursos, faz se necessário, uma capacitação constante e por isso, são receptivos à política de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural, que proporciona estabilidade a quem vive na Agricultura Familiar, busca economia estruturante e distancia do risco de migração do campo para a cidade.

Atento à causa, o Governo Federal encaminhou para ser aprovada, a Lei n°12.188/2010, que adequou a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, contemplando à Agricultura Familiar e a Reforma Agrária – PNATER, sob a competência do Ministério de Desenvolvimento Agrário – MDA. Assim, formalizou-se importante apoio com recursos financeiros às entidades e órgãos públicos para atuarem com ATER, um extraordinário serviço de educação oficial continuado para setor rural, visando: gestão, serviços, produção, beneficiamento, comercialização de produtos agropecuários, extrativista, florestais e artesanais. Os contemplados devem preencher os pré-requisitos necessários através da Declaração de Aptidão – DAP, podendo acessar os benefícios do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, instrumento gratificante de política pública e reconhecida com grande destaque.

O Governo do Estado também precisa programar, com urgência, a sua Política de Assistência Técnica e Extensão Rural – PEATER para regulamentar e fortalecer esse importante seguimento, definindo qual tipo de desenvolvimento agropecuário quer para o Paraná.

Os municípios devem ser parceiros e precisam se integrar nessas ações e estratégias, visando compor essa tríplice parceria para a produção primária, contemplando o desenvolvimento humano sustentável no campo, com ocupação qualificada, economia rendosa e longe dos bolsões de pobreza que a cada dia agrava o setor urbano.

Cláudio Palozi, presidente do CORIPA, do Comitê Gestor do Território Entre Rios e prefeito de S. Jorge do Patrocínio – Pr.