sábado, 14 de fevereiro de 2009

ICMBio participa de Semana Pedagógica

(Carlos, D. Antonia, Deusdeti e Guilherme)
Nos dias 2 e 4 deste mês, a equipe da Reserva Biológica (Rebio) das Perobas, representando o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), participou da Semana Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Tuneiras do Oeste, conversando com cerca de 50 professores da rede municipal de Ensino.
Inicialmente, Carlos De Giovanni, Chefe da Unidade, fez um histórico da criação da Rebio, destacando seus objetivos, benefícios e importância, os trabalhos realizados até o momento, bem como as Metas e Ações para 2009.
Na sequência, Deusdeti Ribeiro, Coordenador da “Operação Bixo” abordou o problema da caça na área da Reserva e a necessidade de fiscalização no sentido de combater e coibir esta prática ilegal, através de informação, barreiras, sobrevôo, varredura da área, buscas, apreensões e responsabilização de infratores.
Antonio Guilherme da Silva, Coordenador do Plano de Manejo, falou sobre Unidades de Conservação, da importância dos Ecossistemas, do processo de desmatamento no estado do Paraná, da necessidade de Proteção, e da elaboração do Plano de Manejo da Rebio, que definirá as diretrizes e ações de Proteção, Pesquisa e Educação Ambiental da Unidade.
A Senhora Antonia Barbizan Silva, Secretária de Educação e Cultura de Tuneiras do Oeste, comentou: “entre as Metas da Rebio, as ações que serão desenvolvidas com a interação entre professor, aluno e Reserva é, também, uma preocupação desta Secretaria, que busca levar aos professores essas informações, e que buscará dar oportunidade para que esta interação aconteça de forma produtiva e eficaz”.

A emoção continua!

"Lua sobre nós"
(Foto: Ricardo Pfeifer)
Quero convidar você, que está me dando a satisfação de tê-lo aqui, a visitar o blog do amigo Jorge Pegoraro. O blog está na lista dos que Recomendo.
Lá você encontrará muitas informações e, especialmente, belas imagens da Festa de Comemoração aos 70 anos do Parque Nacional do Iguaçu.
Vale a pena ver e rever essas imagens!
Festa inesquecível, com certeza!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Boiadeira com chuva!!...

A “Estrada Boiadeira” (BR-487) será, será... asfaltada!
E é bom que seja!! E logo!!!
Não é fácil trafegar por ela... quando chove, então...
Espero que a nossa 'estrada boiadeira' seja asfaltada logo!
E, só para lembrar, o asfaltamento na zona de amortecimento e por aproximadamente oito quilômetros e meio da Reserva Biológica das Perobas (Unidade de Conservação Federal de Proteção Integral), onde a BR-487 é seu próprio limite sul, deverá ter a Autorização do ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão responsável pela administração desta Unidade.
Após o estabelecimento de condicionantes para sua execução, em proteção desta Unidade de Conservação (UC) e de toda Biodiversidade regional, e da correspondente compensação ambiental, o que se espera é que a nossa estrada boiadeira possa permitir um trânsito bom (sem sustos) para toda a população da região.
O asfaltamento da boiadeira permitirá maior interação de Tuneiras do Oeste com Campo Mourão, Umuarama e demais cidades da região. Trará desenvolvimento, trará maiores esperanças... deverá ser executado!
Estaremos acompanhando sua execução rápida e ambientalmente viável!

ICMBio e IBAMA apreendem 5 toneladas de pescado

Doação do pescado às comunidades ribeirinhas
Em apenas oito dias de atuação, fiscais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em parceria com a Polícia Civil, apreenderam cerca de cinco toneladas de peixes pescados no período de defeso no Rio Amazonas. O defeso é um período em que a pesca é proibida para permitir a reprodução das espécies e a conseqüente renovação dos estoques. As espécies mapará, tucunaré, aracu e curimatã eram transportadas ilegalmente em cinco barcos na calha norte do rio, nos municípios de Santarém, Óbidos e Juruti, região conhecida como Lago Grande, Oeste do Pará. Os peixes apreendidos foram doados às comunidades ribeirinhas das Vilas Curuiai, Cativo e Carubal. Na sexta-feira (6), já perto do fim da operação, os fiscais embargaram o frigorífico de pescado que comprava os peixes das embarcações flagradas. A empresa funcionava sem licença ambiental em Óbidos. O proprietário foi multado em R$ 15 mil e o frigorífico terá as atividades paralisadas até sua regularização junto ao órgão ambiental competente. Sob coordenação dos analistas ambientais Elton Barros, do Ibama, e Maurício Santamaria, do ICMBio, a Operação Piraíba – que faz referência ao maior peixe de água doce do mundo e que na língua tupi significa Mãe do Rio – teve o objetivo de fiscalizar a pesca dentro e fora de unidades de conservação no Oeste do estado, especialmente a da espécie mapará. "Esse peixe é muito procurado pelos frigoríficos porque tem um ótimo rendimento no processo de enfiletamento (corte da carne em filé). Porém, como é o período de defeso, não pode ser pescado nessa época", explica Santamaria. Os responsáveis pelas embarcações apreendidas foram autuados e cada um terá que pagar multa de R$ 700,00 por terem pescado no período de defeso e mais R$20,00 por cada quilo de peixe ilegal em sua posse. "A maioria dos peixes vendidos pelos proprietários desses barcos ia para um frigorífico de Óbidos e para outros barcos maiores que levam o pescado para Abaetetuba e Ver-o-Peso, em Belém", acrescenta Maurício.
(Fonte: Ascom/ICMBio - Luciana Almeida, Brasília, 11/02/09)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Serras de Santa Catarina

"As fotos a seguir são da região de Urubici em Santa Catarina, onde fica o Parque Nacional (PN) de São Joaquim, conhecido nacionalmente por suas baixíssimas temperaturas no inverno (e no verão!). Chegamos em Urubici em uma quarta-feira já quase de madrugada, depois de muita chuva em todo o Paraná e SC, e na quinta (dia 12/12/08) fomos conhecer os belíssimos pontos turísticos da cidade e suas serras abismais (nos dois sentidos!). Muito obrigado ao pessoal do ICMBio pela ajuda e orientação! Espero voltar o mais breve possível! No PN de São Joaquim está o Cindacta II, no Morro da Igreja, ponto mais alto do sul do Brasil, com 1.800m. A visão do morro da Igreja e da famosa "Pedra Furada" (pelo vento) é algo raro, principalmente nessa época. Moradores nos disseram que a melhor hora pra se ver a pedra lá do alto do morro é entre às 11 e meio-dia.. Estivemos por lá e não conseguimos ver NADA, só um frio de menos de 10 graus e uma neblina tão forte que quase nos fez voltar. Da próxima vez vou montar campana! Passamos pela Serra do Corvo Branco (que liga Urubici à cidade de Grão-Pará). A estrada é quase toda de terra e cascalho (exceto nas curvas mais perigosas, poucos metros) e estava mais perigosa ainda em razão das chuvas de fim de ano. Entretanto, é, definitivamente, um lugar pra se ver, só não olhem pra baixo! Alguns pontos são de dificílimo acesso, principalmente se a estrada é de terra e a chuva cai, mas há outros pontos turísticos no lugar, como a Cascata do Avencal, Véu da Noiva, Inscrições Rupestres.... A 'dica' para quem vai a essa região talvez seja a de não se preocupar muito, ou nem vá! São abismos, serras, curvas que quase voltam em si mesmas, pedras rolando na estrada (seja de terra, ou de asfalto), buracos, abismos, abismos, abismos... Tantos 'perigos' podem não ajudar.. mas não atrapalham em nada no passeio.. continua sendo belíssimo! A Serra do Rio do Rastro (Serra do 12) também é muito bonita, uma pena não a termos visto completamente... uma neblina muito forte e alguns caminhões na pista (não contava com eles, realmente). A placa mais significativa é uma nesta Serra onde podemos ler (e alguns, chorar): "Estamos há 18 dias sem mortes neste trecho. Nosso recorde é 28" (dezoito/vinte e oito). Estive por lá fora da temporada e, mesmo assim, posso dizer que é O lugar que vale visitar, com um povo muito educado, hospitaleiro e que realmente te ajuda!
São mais de 500 fotos e vídeos.. simplesmente não há como registrar toda a beleza do lugar, muitas vezes é até uma injustiça tentar colocar isso em fotos ou vídeos, não vou dizer que vale a pena ir porque não é 'pena' nenhuma. Vale o passeio. Mais uma vez muitíssimo obrigado ao pessoal do ICMBio que trabalha no PN de São Joaquim!"
Algumas fotos:
SERRA DO CORVO BRANCO (Urubici - Grão-Pará) Araucárias de mais de 400 anos
Alto do Morro da Igreja (Cindacta II)
Urubici - SC
Cascata Véu da Noiva
(Do Blog "Paraná, Brasil", de Thiago Gritzenco)

É preciso discutir este assunto no Paraná também!

Ministro defende integração do ecoturismo e educação ambiental em UCs fluminense
Brasília (11/02/09) – O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, se reuniu na terça-feira (10), em Brasília, com os prefeitos dos 92 municípios do estado do Rio de Janeiro para tratar sobre esgotamento sanitário, resíduos sólidos, mananciais de abastecimento urbano, Agenda 21 e Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). O ministro defendeu a integração de atividades como ecoturismo e educação ambiental nas 16 unidades de conservação fluminense. Ele destacou a criação de corredores florestais, que contam pontos para o município receber o ICMS verde, como forma de preservar o meio ambiente. Ele ressaltou a ampliação do Parque Nacional da Serra dos Órgãos como exemplo de parceria dos municípios com o governo federal. Para Minc, os parques nacionais devem ser usados como circuito de ecoturismo, gastronomia e educação ambiental, com festivais de cinema (curtas ambientais) e exposições de artes. "Tem que ser uma coisa viva e interessante, que represente ganho para a população. O parque ajuda o município e o município ajuda o parque". O coordenador da Saúde Ambiental e do Trabalhador do Ministério da Saúde, Guilherme Franco Neto, falou aos prefeitos que meio ambiente e saúde precisam ser tratados juntos, principalmente quando relacionados ao saneamento básico e à qualidade da água, ar e solo. "A questão do meio ambiente deve ser considerada um dos pontos determinantes da saúde do Brasil", defendeu Neto. Os novos prefeitos fluminenses foram aconselhados pelo presidente da Associação Estadual dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro, Vicente Guedes, a implantar um banco de projetos. Segundo Guedes, algumas prefeituras acabam perdendo recursos disponibilizados por não terem projetos. Ele citou como exemplo o município de Valença, que deixou de ser contemplado com recurso do Programa de Aceleração do Crescimento, no início do ano, por não ter projetos prontos para serem executados. A questão de resíduos sólidos é prioridade no Rio de Janeiro, segundo a secretária do Ambiente, Marilene de Oliveira. Ela afirmou que vários órgãos estão disponibilizando recursos para a realização de obras para resolver o problema dos lixões. "A gente só não resolve o lixo se nós não quisermos. Recursos para isso não faltam", assegurou a secretária. Atualmente, somente 15% do lixo do Brasil é tratado. Essa é a primeira vez que o governo abre esse espaço para discutir meio ambiente com os prefeitos. Minc aproveitou a presença dos prefeitos fluminenses em Brasília para o Encontro dos Novos Prefeitos e Prefeitas para convidá-los a debater a política ambiental do Rio de Janeiro em parceria com o governo federal. Consórcios municipais - O vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, defendeu a realização de consórcios com as prefeituras para resolver os problemas dos aterros sanitários. "O que precisa são os municípios se consorciarem e terem bons projetos. A gente vê as dificuldades ao tocar as obras do PAC por falta de projetos", disse Pezão. O prefeito de Macaé, Riverton Mussi, propôs, na reunião com o ministro do Meio Ambiente, um consórcio para a construção de um aterro sanitário em seu município, que receberá lixos das regiões próximas. Em contrapartida, Macaé receberia recursos para resolver outros problemas ambientais, como recuperação de lagoas e bacias. O consorciamento permite que municípios trabalhem em parceria em regiões de interesse comum, como bacias hidrográficas e pólos regionais de desenvolvimento, para melhorar a prestação de serviços públicos.
(Fonte: Ascom/MMA)

Comitê de Emergências Ambientais realiza barreira de transporte de produtos perigosos

Vitória (11/02/2009) O Comitê de Emergências Ambientais do Ibama realizou hoje, durante o dia, uma barreira educativa. Os trabalhos foram realizados em frente ao terminal da Vale, em Carapina. Esta foi a primeira atividade do ano no combate e prevenção de acidentes ambientais no transporte de produtos perigosos. O Instituto de Pesos e Medidas - Ipem também participou. O objetivo da ação foi explicar aos motoristas o que é exigido para esse tipo de transporte, como evitar acidentes nas estradas, informar sobre a legislação ambiental e dar dicas de como regularizar as pendências. O local foi escolhido pois é pátio de estacionamento dos caminhões que abastecem no Terminal de Vitória - Tevit. Foram 60 atendimentos e nenhum dos caminhões apresentou toda a documentação necessária para trafegar nas estradas federais que cortam o Espírito Santo. A falta de Licenciamento Ambiental foi a infração mais comum dentre os caminhões vistoriados. Representantes do Sindrodoviários e Transpetro estavam no local para acompanhar os trabalhos do Ibama. Os caminhões que não possuem Licenciamento Ambiental vão permanecer no terminal até as empresas regularizarem a situação junto ao órgão estadual competente. Balanço das Operações de 2008: No ano passado, foram realizadas quatro barreiras fiscalizatórias de transporte de produtos perigosos. As ações contaram com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), ICMBio, Ipem, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Iema. As barreiras aconteceram no Município da Serra e Linhares entre os meses de julho e outubro. Foram registrados, apenas pelo Ibama, 53 autos de infração e mais de R$ 450 mil em multas. Segundo os fiscais do Ibama que participaram das Barreiras na BR 101, para cada caminhão parado, pelo menos quatro autos de infração eram emitidos. Entre os produtos perigosos se encontram explosivos, produtos inflamáveis líquidos e sólidos, como combustíveis e carvão, produtos contaminantes, gazes tóxicos, entre outros. As barreiras foram realizadas não só para combater crimes ambientais, mas também para alertar os motoristas dos riscos deste tipo de transporte para que futuros acidentes sejam evitados. No final do ano, quando a última barreira de fiscalização foi realizada, em Linhares, um dos analistas ambientais do Ibama pôde notar o efeito positivo que as ações tinham gerado. Muitas das empresas que multadas no início do ano por falta de CTF e de Licenciamento Ambiental tinham se regularizado. Porém, todos os caminhões parados durante as barreiras apresentaram pendências junto aos órgãos ambientais. Por isso, o Comitê de Emergências Ambientais vai continuar realizando ações fiscalizatórias ao longo deste ano. (Luciana Carvalho - Ascom Ibama/ES)

Parceria com Municípios fortalece Meio Ambiente

Ministro Carlos Minc durante encontro com Prefeitos da AM. (Foto: Jefferson Rudy/MMA)
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, destacou a importância dos municípios para garantir o futuro ecológico do Brasil. Ao debater nesta quarta-feira (11) com novos prefeitos, em Brasília, a política do governo para habitação e saneamento ambiental, ele disse estar contente por ver a consciência dos gestores em relação ao assunto. Ele lembrou que os temas meio ambiente e habitação, apesar da aparente distância, guardam inúmeras conexões. "Não se fala da questão ambiental no Brasil sem enfrentar água, lixo e esgoto - e por isso todas as pessoas que estão nesse grande auditório são parceiras para avançarmos nestas três linhas", observou o ministro. Entre as conexões citadas por Minc está a ocupação, por déficit habitacional, de margens de rio e encostas pela população, levando a graves problemas ambientais como desmatamento, assoreamento e poluição nas cidades brasileiras. O ministro fez também ligações entre o fenômeno das mudanças climáticas - e o conseqüente aumento no nível do mar - e o futuro dos municípios brasileiros; e entre o trabalho do ministério em prol de energias limpas e o projeto, já em curso, de instalação de placas solares em habitações ecologicamente corretas. Minc defendeu também outras iniciativas simples mas muito efetivas, a serem implementadas em nível municipal com a parceria dos prefeitos, como a economia de água por meio do aproveitamento da água da chuva. "Não é necessário usar água tratada e clorada para lavar carros", exemplificou. Quanto ao saneamento - para o ministro, "o grande desafio do Brasil" -, Minc foi contundente: "O meio ambiente vai entrar de cabeça na questão do saneamento ambiental do País", disse, ao lembrar que a principal causa de poluição dos rios, baías e lagoas brasileiros é o lançamento de esgoto sem tratamento. Minc falou dos avanços obtidos por meio do Programa de Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes) - também conhecido como "programa de compra de esgoto tratado" -, uma iniciativa do governo federal que consiste na concessão de estímulo financeiro pela União a prestadores de saneamento que investirem em Estações de Tratamento de Esgotos.
Durante sua apresentação Minc falou também de outras iniciativas relevantes para a democratização da proteção ao meio ambiente e para a atuação dos novos prefeitos - como os comitês e os planos de Bacias Hidrográficas e os programas de Microbacias e de Água Doce; dos consórcios intermunicipais; e do fortalecimento dos municípios nos processos de licenciamento ambiental. "Sem o município forte, o meio ambiente será fraco", reiterou o ministro. Minc participou do painel Habitação e Saneamento Ambiental: parceria com os municípios do Brasil, que contou também com as presenças do ministro das Cidades, Márcio Fortes; da presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho; do presidente da Fundação Nacional de Saúde, Francisco Forte; e dos prefeitos de Teresina (PI), Silvio Mendes, e de Tanguá (RJ), Carlos Pereira. (Texto: Grace Perpétuo - Ascom/MMA)