domingo, 12 de junho de 2011

Nas Ondas do Ambiente N. 10

"Nas ondas do ambiente" de 11 de junho de 2011 - Entrevista à CBN

O programa vai ao ar todos os sábados, às 9 da manhã na RUC FM 94,3

www.radiocesumar.com.br

sábado, 4 de junho de 2011

Opinião Sustentável

Temos mais um blog que diz, sente e divulga o Meio Ambiente!
Opinião Sustentável é o blog do meu amigo Joaquim Maia. Já coloquei na lista dos que recomendo! Passe por lá sempre!

Meu Paraná: Parque Nacional do Iguaçu

Fonte: http://redeglobo.globo.com/rpctv/noticia/2011/06/cataratas-do-iguacu-acompanhe-o-meu-parana-neste-passeio-inesquecivel.html

Nas Ondas do Ambiente N. 9

Nas ondas do ambiente" de 4 de junho de 2011 - Dia Mundial do Meio Ambiente em Perobas

O programa vai ao ar todos os sábados, às 9 da manhã na RUC FM 94,3

www.radiocesumar.com.br

Programa aquaIGUAÇU na TV

De Olho na Reserva N. 3

Neste mês de maio começou o trabalho da primeira brigada contra incêndios florestais da Reserva Biológica das Perobas. Sete tuneirenses foram selecionados em concurso público para trabalhar na reserva durante seis meses nas atividades de prevenção e combate contra incêndios florestais. Os brigadistas começaram o trabalho fazendo a abertura de aceiros e a manutenção de trilhas no interior da floresta. Palestras serão feitas nas escolas de Tuneiras do Oeste para explicar a importância da reserva das Perobas e os problemas causados por incêndios florestais.
É importante lembrar que cada cidadão pode colaborar com a proteção da nossa reserva, evitando o uso de fogo próximo das matas e avisando aos funcionários em caso de queimadas próximas à reserva. Colocar fogo em florestas é crime! O fogo nas matas, além de causar sérios danos aos animais e plantas, também prejudica a saúde das pessoas. A fumaça e a fuligem atacam os pulmões – principalmente de crianças, idosos e pessoas que sofrem de problemas respiratórios. Muitos animais selvagens morrem queimados em incêndios florestais. Muitos outros que conseguem escapar das chamas morrem dias depois de fome, já que as plantas que serviam de alimento ou outros animais que eram suas presas foram queimados.
Os incêndios em florestas também causam grandes prejuízos à sociedade porque operações de combate consomem muito dinheiro do governo – dinheiro de impostos, pagos pelos cidadãos. Incêndios de grandes proporções precisam, para serem controlados, de muitos homens, equipamentos e veículos – inclusive aviões e helicópteros. Tudo isto custa muito caro. Só o combate a incêndios em parques e reservas federais consome milhões de reais por ano no Brasil. Pelo menos uma parte deste dinheiro poderia ser poupado, não existissem os incêndios criminosos.
Pesquisas
Pesquisadores de todo o país, mas principalmente do Paraná, continuam vindo a Tuneiras do Oeste para desenvolver seus estudos na Reserva Biológica das Perobas. Em maio, pesquisadores da Unioeste, de Cascavel, iniciarão um projeto de estudo dos peixes de riachos da nossa reserva. Pesquisadores da UEM e da Unipar estão estudando a presença do parasita da doença de Chagas em algumas espécies de morcegos da reserva. É possível que outros animais, como porcos-do-mato e pacas, também estejam infectados. Está aí mais um motivo para não comer carne de animais caçados ilegalmente na reserva e nos arredores.
Plano de manejo
No último dia 17/05 a equipe da reserva se reuniu com proprietários rurais e com representantes da Usina Santa Terezinha para discutir regras para a zona de amortecimento. A Reserva Biológica das Perobas, por lei, precisa ter uma zona de amortecimento, que é uma faixa de terras ao redor dela e que serve para amortecer impactos ambientais que possam ser causados pelas atividades produtivas. A zona de amortecimento da nossa reserva é uma faixa de 500 metros a partir dos limites dela.
Carlos, o chefe da reserva, explicou que a intenção é definir em conjunto com os proprietários algumas normas que garantam a produção sem prejudicar a proteção do patrimônio ambiental que a reserva representa para Tuneiras do Oeste e Cianorte. Foi estabelecido o prazo até 20 de junho para que os produtores apresentem propostas. O plano de manejo, documento em que estarão as normas da zona de amortecimento, dentre outras, deve ser concluído em julho.
(O Tuneirense - junho/2011)

Boletim da Rebio - maio/2011

Meio Ambiente Protegido

Claudio Palozi*
É oportuno esse momento para exercitar uma reflexão sobre a importância dos esforços que visem recuperar ambientes degradados em nosso planeta. É preciso usar todos os recursos já existentes para proteger a vida, criar novas alternativas de conservação do solo, dos mananciais, dos mares, do ar, da biodiversidade, etc.
O ser humano é sem dúvida o principal alvo a ser protegido, mas ele próprio de não tem às vezes, consciência das agressões que cometem. O espaço que ocupamos no planeta não é absolutamente “livre”, esse ambiente que envolve todas as coisas vivas e não-vivas, pertence também às gerações futuras, nossos filhos, netos...
Lembramos hoje, o Dia Internacional do Meio Ambiente. Precisamos buscar o desenvolvimento de todas as coisas, exatamente para atender as necessidades humanas, embora seja perfeitamente possível conscientizar as pessoas dos limites que devem ser observados. É evidente que, mantendo protegidos nossos ecossistemas teremos qualidade de vida em harmonia ao conjunto de unidades ecológicas existentes no globo terrestre.
Em Estocolmo, 1.972, na Conferência das Nações Unidade sobre o Meio Ambiente, definiu-se como: “um conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em prazo indeterminado, sobre os seres vivos e as atividades humanas”. Já a Lei Federal 6.938/1981, resume Meio Ambiente como: “um conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.
Esses conteúdos nos permitem conceituar e avaliar muito bem nosso atual comportamento e com isso, nortear as providências que precisamos tomar, focando diariamente o bem comum e a vida na terra. A natureza demorou milhões de anos para equilibrar os ecossistemas. Todavia, muitas ações humanas exageradas, desordenadas e sem controle, vem impactando negativamente o meio ambiente, como: desmatamento, poluição, urbanização, etc. Uma pequena mudança irracional pode provocar reações em cadeia, surgindo desequilíbrio ecológico que em um século, a natureza não consegue restabelecer.
Cabe às autoridades, o papel de legislar e criar políticas que promovem à preservação do meio ambiente, conscientizando a sociedade que merecemos uma vida digna e saudável, mas o dever de preservação das riquezas naturais é de todos.
*Cláudio Palozi, presidente do CORIPA e prefeito de S. Jorge do Patrocínio – Pr.