quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Parque Nacional do Iguaçu promove reunião do Conselho Consultivo

(Do Blog do Pegoraro) O Conselho Consultivo do Parque Nacional do Iguaçu – Conparni promove sua primeira reunião oficial após recente reativação. O encontro será terça-feira (20), às 14h, na sede da Administração do Parque em Foz do Iguaçu. Entre os assuntos contidos na pauta da 1ª Reunião Ordinária do ano, está a apresentação da portaria de alteração da composição do Conparni, leitura do Regimento Interno do conselho; definição da secretaria executiva e vice-presidência do conselho; processo de licitação da concessionária Macuco Safári e apresentação do projeto Carnívoros do Iguaçu. A atual composição do conselho conta com 37 membros da esfera pública e sociedade civil, contemplando os diversos interesses ligados ao Parque como turismo, agricultura, ensino e pesquisa, ONGs, prefeituras dos municípios do entorno da unidade, secretarias estaduais do turismo e meio ambiente, IAP, Ministério Público do Estado, Marinha, Ibama, Parque Nacional Iguazú (Argentina), Polícia Federal, Força Verde, Corpo de Bombeiros, Itaipu, concessionárias do Parque e comunidades do entorno da Unidade. Histórico - O Conparni passou um longo tempo sem realizar reuniões e passou por um processo de reinstalação através do projeto de “Gestão Participativa do Parque Nacional do Iguaçu e revitalização do Conselho Consultivo”, executado pela equipe de Educação Ambiental da unidade. Em fevereiro deste ano, o projeto contou com a identificação e mobilização de todos os atores sociais e institucionais envolvidos na gestão da unidade e culminou com a assinatura da nova portaria de composição. Como próximo passo, está prevista a instrumentalização dos conselheiros, criando condições para que o conselho seja um espaço efetivamente representativo e preparado para o processo de tomada de decisão.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A vida se resume em quatro frascos.... ...Vamos aproveitá-la, porque já estamos no 3º (terceiro)!!!
Ótima semana a todos!!

domingo, 18 de outubro de 2009

O que é ser um Homem

Nada mais digno que perguntar-mo-nos, dia após dia, o que somos e como seremos completos. Sem falsa demagogia ou palavras complicadas: é muito mais difícil do que se parece, e a partir de agora é só minha humilde opinião. Ser "homem" (no sentido amplo da palavra) é mais do que meia dúzia de títulos, uma cor alva ou parda, ou escura, um nariz maior ou menor, uma pregação filosófica, cultural, religiosa. Ser um homem completo é mais que TER. É morrer pela tua família, é honrar tuas raízes, é respeitar os outros homens, diferentes ou parecidos contigo. Ser homem é mais do que zelar por tua raça, defender teu país, glorificar todos os dias o passado de tuas tradições e estirpe: ser homem é reconhecer que somos diferentes! Ser homem é reconhecer que outras pessoas de outras etnias, religiões, culturas e afins podem ser diferentes mas querem, quase todos, as mesmas coisas que nós. Ser um homem completo é parar de barganhar pela vida, parar de tentar aniquilar-mo-nos, dia após dia, após dia, após dia, até o ponto em que faltará lugar para sepulturas. Ser homem é parar de retóricas imbecis e covardes, de vitimizações coletivas. Ser homem não é perdoar tudo e todos, mas sim entender um contexto histórico, o contexto de que guerras quase nunca valem a pena e "si vis Pacem, para Bellum" é o conceito final da total aniquilação da raça humana. Ser homem é não contentar-se com a história dos vencedores das guerras, mas passar por cima disso, os mesmos erros vêm sendo cometidos por pessoas de TODAS AS "RAÇAS", de todo o mundo, por toda a história. Ser homem é entender que manter suas ideias não podem significar a extinção dos diferentes! É respeitar, entender, compreender, assimilar, não tolerar os assassinos, os traficantes de drogas, os que te sujeitam à humilhação de não poder andar por tua cidade tranquilamente, os que te impedem de sair de casa porque te botam medo! Vis, covardes, destruidores da civilização. Ser homem é cumprir a lei E, se por acaso não concordares com a lei, lute para mudá-la de forma democrática! Roma nos deu tudo que tinha de melhor e pior. Vote certo, cumpra TU as leis. Ser homem é não aceitar os corruptos e corruptores, é bradar pela Justiça, é recorrer à superioridade com humildade e tratar os inferiores com cuidado. Ser homem é ter orgulho da tua terra, é lembrar que nos parece certo criticar o lugar onde nascemos, pois o conhecemos melhor que os alienígenas. Ser homem é lembrar-se da tua estirpe pra ti mesmo, honrá-la e preservá-la, mas respeitar, mais uma vez, os diferentes. Tua honra NÃO PODE destruir a história alheia. No fim somos todos inferiores perante à Natureza. Discordando de Prospero* quando em: "A devil, a born devil, on whose nature nurture can never stick".... somos escravos de nossa própria história, somos penitentes em recear-nos ter esta ou aquela origem. As relações humanas podem, sim, melhorar, quaisquer sejam as origens, pois o nativismo é importante, mas o essencial é sobrevivermos, e de todo modo buscar a convivência, o mais harmônica possível. Pois então e agora? Ser um homem completo, enfim, é ser Humano, não tolerar o intolerável, não distrair-se com defesas de falsos valores, não preocupar-se se a agressão é em razão de raça, de cor, de religião, de aspectos estéticos, de brincadeira, de diferença entre times de futebol! Agressão é agressão e, via de regra, ruim! O excesso de zelo age de formas misteriosas.... Ser um homem completo é buscar o que é melhor para todos, é fazer tua parte e ter a tua parte, é buscar melhoras, a longo prazo, para todos! É atuar contra empecilhos, barreiras e atividades jocosas daqueles que estipulam que somos diferentes! Somos todos iguais e assim devemos ser tratados! SOMOS TODOS PERTENCENTES À RAÇA SUPERIOR: A RAÇA HUMANA. No planeta em que vivemos, reinamos absolutos, apenas devendo reverência, respeito e cuidado à nossa casa. Ser humano é entender que "tolerância", em seu aspecto amplo, é uma droga de palavra. Se há tolerância significa que há inferiores. A palavra a ser usada é aquela usada entre iguais: respeito. De todo modo, essa é a opinião de um jovem componente da raça humana que aprendeu e vem aprendendo, cada vez mais, a respeitar todos e a tratar os humanos completos com reverência e os biltres com a lei. Thiago J.G. De Giovanni, Advogado.

sábado, 17 de outubro de 2009

Operação quer inibir tráfico de animais silvestres e palmito

Paraná lança operação para proteger a fauna e a flora do Parque Nacional do Iguaçu

Uma das mais ricas diversidades de fauna do mundo, localizada no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, está ganhando reforço para a sua proteção. Nesta quinta-feira (15), secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues; e o diretor do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro, e o capitão do Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde, Adílson Luis Correa dos Santos, lançaram a Operação Caápua, de proteção à Fauna e Flora que beneficiará todo o Parque Nacional e seu entorno.

O Parque Nacional do Iguaçu possui 185 mil hectares de um imponente complexo florestal. É a maior área natural protegida no domínio da Mata Atlântica e um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. Entre os principais crimes constatados na região estão o corte ilegal de palmito jussara e a caça predatória.

De acordo com Rasca Rodrigues, uma aeronave do Governo foi deslocada para Foz exclusivamente para a fiscalização ambiental na aérea. A operação será coordenada pela 4ª Companhia do Batalhão de Polícia Ambiental – instalada nas mediações do Parque. As incursões serão diárias e terão o objetivo de coibir, principalmente, a caça ilegal, tráfico de animais e a pesca predatória. “Com Projetos como a construção de corredores de biodiversidade e o Programa Mata Ciliar o governo garantiu 76 mil novos hectares de florestas, e com isso criamos refúgio e a possibilidade da fauna retornar e prosperar. Em contrapartida, com o retorno da fauna também aumentou o número de crimes contra a fauna e por isso, em parceria com a Força Verde, estamos lançando a operação Caápua”, resumiu Rasca. A operação Caápua, já lançada no Litoral, em Curitiba e Londrina, recebeu o nome indígena que na língua Tupi-Guarani significa ‘aquele que vive na mata’.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental - Força Verde, coronel Rosa Neto, não pode estar presente à solenidade e enviou uma mensagem, informando os novos números de apreensões já realizadas pela Operação, nos últimos três meses. Ao todo, foram 116 pessoas detidas, 173 armas apreendidas, 1601 munições, 580 aves, 125 animais silvestres recuperados e devolvidos à natureza e 490 quilos de peixes apreendidos. “Estamos trabalhando dia e noite para tirar de circulação aqueles que cometem crimes contra a natureza e, ao mesmo tempo, para garantir que as próximas gerações tenham a oportunidade de conviver em harmonia com nossos animais silvestres e a nossa flora nativa, uma das regiões mais ricas em biodiversidade do país e do mundo e”, declarou o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, tenente coronel, Rosa Neto.

O Chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Jorge Pegoraro, lembrou que a parceria entre o IBAMA (agora, ICMBio) e a Polícia Ambiental existe há 30 anos e vem sendo renovada a cada ano com mais qualidade nas ações. “É um convênio muito importante para a nossa instituição e a Operação Caápua tem tudo a ver com o Parque Nacional e ficamos satisfeitos de estarmos lançando esta operação em nossas instalações”, enfatizou. Para ele, a Caápua vem para somar esforços e aumentar a qualidade e a abrangência do trabalho já desenvolvido. O chefe do Parque explicou que as ações de fiscalização são promovidas, em parceria com o Governo do Paraná, Itaipu e guarda-parques argentinos e realizadas no interior e entorno do parque. Além da rotina de fiscalização, também são realizadas outras operações, como a Operação Binacional, que ocorre em conjunto com o Corpo de Guarda-parques argentinos, responsáveis pela proteção do Parque Nacional Del Iguazú (AR). “As operações têm o objetivo de coibir ações que prejudiquem a integridade de seu ecossistema, tendo como alvo principal o combate à extração de seus recursos biológicos”, disse Pegoraro.

Além do trabalho de fiscalização, a Operação Caápua terá o papel de conscientizar a população sobre a importância da fauna e da flora, bem como das denúncias sobre venda de animais silvestres e crimes ambientais. As denúncias sobre caça ilegal, corte irregular de árvores e outros crimes ambientais podem ser feitas diretamente pelo telefone: 0800-6430304. A ligação é gratuita, durante as 24 horas do dia. A identidade de quem denuncia é mantida em sigilo.

Fonte: www.jorgepegoraro.blogspot.com

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ICMBio formou 175 novos analistas ambientais

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) promoveu neste sábado (10), a partir das 10h, a solenidade de formatura de mais 175 analistas ambientais aprovados recentemente em concurso. É a primeira turma formada pela Academia Nacional da Biodiversidade (ACADEBio), criada pela direção do Instituto há pouco mais de um mês para capacitar seus servidores. A Acadebio tem sede na Floresta Nacional de Ipanema, em Iperó (SP). De acordo com a programação, às 10h, o presidente do ICMBio, Rômulo Mello, teve um encontro com os servidores. Às 16h30, foi feita a entrega dos certificados de conclusão do curso e juramento. Os dois eventos foram no auditório da academia. Já à noite, a partir das 20h, ocorreu o jantar de formatura, na Casa das Armas Brancas, no sítio histórico-cultural da Real Fábrica de Ferro de Ipanema, que fica dentro da Flona. Durante um mês os analistas ambientais recém concursados tiveram aulas de legislação ambiental, conhecimento sobre gestão de unidades de conservação federais, além de passarem por uma formação em fiscalização, saindo habilitados como fiscais do Instituto. A partir dessa formação a eles competirá, entre outras coisas, monitorar as unidades de conservação e suas zonas de amortecimento, definir tecnicamente o ordenamento dos recursos florestais e pesqueiros, conservar os ecossistemas e as espécies neles inseridas, definindo como se dará o manejo e a proteção dessas espécies. Os analistas promoverão, ainda, o estímulo e difusão de tecnologias, informação e educação ambiental nas comunidades circunvizinhas às UCs. Os 175 novos analistas ambientais foram aprovados para trabalhar na Amazônia Legal, desenvolvendo suas funções nas 117 unidades de conservação existentes na região. Juntas, as UCs da Amazônia somam juntas 61,8 milhões de hectares em áreas protegidas – o equivalente a 79% do total de 77,8 milhões de hectares geridos pela autarquia e a 780 mil quilômetros quadrados em todo o país. O ICMBio administra atualmente 304 unidades de conservação, classificadas em 12 categorias de manejo, divididas em dois grandes grupos – proteção integral e uso sustentável. Criado pela Lei 11.516, de 28 de agosto de 2007, o ICMBio incorporou patrimônio e servidores antes pertencentes ao Ibama. Autarquia federal vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e integrante do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), o ICMBio executa a política de conservação da biodiversidade e as ações voltadas à gestão das unidades de conservação federais e suas zonas de amortecimento. A carreira de especialista em meio ambiente foi criada pela Lei 10.410, de 11 de janeiro de 2002, abrangendo os cargos de pessoal do Ministério do Meio Ambiente, do Ibama e do ICMBio. Toda a formação acadêmica de nível superior permite que se ingresse na carreira de especialista em meio ambiente, por meio de concurso. (Fonte: Ascom/ICMBio)

domingo, 11 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009